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O inicio da Primavera...



De acordo com a kabbalah Hei é o código do ADN que criou Carneiro. Hei representa o desejo de receber.
Nissan é o primeiro mês do ano hebraico, que coincide com a primavera do hemisfério norte. Regido pelo planeta Marte, cujo nome vem do deus da guerra romano. É um mês de confrontos, batalhas e com um potencial para o antagonismo.
Apesar disso, ou talvez por causa disso, durante o mês de Nissan, segundo a kabbalah, a força dos milagres está presente no Universo.

Um dos grandes sábios da humanidade disse que os doze signos do zodíaco formam um Lótus e que cada constelação é uma pétala carregada de electricidade. Seus campos de forças estendem-se por muitos milhões de milhas.

Como um todo, o zodíaco forma uma grande casa de força e as constelações representam os pólos positivo e negativo da electricidade. A vida central dessas doze constelações impregna-as com o Fogo Cósmico.

Quando o Sol entra no campo de energia de Carneiro, há uma sincronização perfeita entre Carneiro, o Sol, Marte, Mercúrio e a Terra, que apresenta um sistema eléctrico através do qual a energia de Carneiro é transmitida a todos os reinos da natureza.

A Lua cheia de Carneiro é dedicada ao Cristo em ascensão. A energia de Carneiro é ígnea. Carrega e estimula as centelhas em todas as formas, ajudando-as a avançar e progredir. É a luta, o trabalho.

- A luta é o esforço do Espírito para conquistar a matéria, o corpo e as emoções e para conquistar o Espaço e o Tempo.
- O trabalho é o processo de manifestação das suas conquistas conseguidas através da luta.
Quando o trabalho e a luta se unem, há a ressurreição.

A ressurreição é o caminho da sempre crescente alegria e felicidade. É o caminho da centelha voltando para casa.

Cada um de nós é um raio de Sol projectado na matéria. A ressurreição é o processo de construir pontes entre um reino e outro.
O fogo de Carneiro é conscientemente contactado e distribuido para os reinos inferiores somente no plano mental. O fogo deve ser conquistado e governado antes que o homem possa esperar iniciações mais elevadas.

Carneiro traz para o nosso sistema solar a Luz da Vida ou o Fogo Eléctrico.
As doze constelações do zodíaco são doze pétalas de energia electromagnética. Elas correspondem ao Lótus de doze pétalas no plano mental supeior.

Quatro delas são chamadas de pétalas do sacrificio; quatro são as pétalas do amor e as outras quatro são as do conhecimento.

O Zodíaco é dividido de maneira semelhante. Os quatro signos que formam a Cruz Cardinal são as pétalas do sacrificio; os quatro que formam a Criz fixa são as do amor e os outros que forma a Cruz Mutável são as pétalas do conhecimento.

O símbolo de Peixes...

... mostra dois peixes ligados por um fio.

Um deles é a personalidade ou natureza física, emocional e mental, enquanto misturadas como uma unidade.

O outro peixe é a alma humana, o Ser, o homem real.
Eles são unidos pelo fio da vida, que vem do âmago interior do Ser e nutre os milhões de vidas da personalidade nesses três níveis.

As emoções de um afectam o outro… eles condicionam-se intimamente.

A chave principal é o desapego – desapego das necessidades e impulsos cegos, das armadilhas emocionais, das cristalizações mentais e da escravidão do auto-interesse.

Enquanto permanecermos ligados às nossas personalidades, faremos, sentiremos e pensaremos coisas que não são as melhores para a evolução espiritual.
O apego físico conduz aos hábitos; o emocional leva a inclinações e o mental ao fanatismo.
Apegamo-nos ao nosso “mobiliário” mental, que são as nossas opiniões, tradições e dados colectados de várias maneiras, e se não os transformamos em sabedoria, tornam-se obstáculos no nosso caminho.

O desapego é o processo de dissolução destas pressões e a libertação da consciência para agir sem ser controlada por factores pró-condicionados.

Quando o Sol está em Peixes, devemos assegurar-nos de que a natureza superior dos nossos seres receba mais energia.
Na Lua cheia de Peixes, devemos observar-nos e perguntar qual a condição da nossa personalidade e da nossa alma, e como se relacionam entre si.

“Peixes canaliza a energia do Segundo Raio e do Sexto Raio. Estas duas energias atingem os seres humanos através dos regentes exotérico e esotérico.
O exotérico transmite energia para a nossa personalidade, ou esta responde à energia transmitida pelo regente exotérico – Júpiter, a energia do Segundo Raio. O regente esotérico transmite energia para a nossa alma, tríade espiritual, ou mesmo a Mónada. A alma responde à energia vinda de Plutão, que transmite a energia do Primeiro Raio.
Possui ainda outra conexão. Está relacionado com a primeira ou mais elevada Hierarquia criativa, que por sua vez, está ligada ao Terceiro Raio.
Isto significa que durante o mês de Peixes, e em especial durante a Lua Cheia, a humanidade fica sob o fluxo da energia dos Raios – Primeiro, Segundo, Terceiro e Sexto – que significa: Força de Vontade, Amor-Sabedoria, Inteligência e Devoção.
Todas elas encontram-se disponíveis na Lua Cheia de Peixes, através da meditação. É muito importante saber que o principal factor determinante para a recepção das energia superiores nas constelações é o nível da nossa consciência.

Peixes irradia um grande fluxo de energia do Segundo para o Sexto Raio – o teste contínuo a que está submetido é: - “Pai, seja feita a tua vontade, não a minha.”
Sendo um signo de água está ligado às qualidades de purificação e fertilidade – purifica e dá vida -.

Devemos renunciar a todas as armadilhas da personalidade, às tentações e à escravidão. Para conseguir isto há que desenvolver as seguintes virtudes:
Primeiro Raio – Ternura, Humildade, Tolerância, Paciência
Segundo Raio – Amor, Compaixão, Altruísmo
Terceiro Raio – Precisão, Bom Senso, Devoção
Sexto Raio – Auto-sacrificio, Pureza, Serenidade, Equilíbrio

Na Lua Cheia, uma ponte de contacto e comunicação estabelece-se entre a humanidade e os centros mais elevados. A Lua é bloqueada pela Luz do Sol de tal forma que a transmissão da luz solar é directa, sem ser perturbada por ela. Os dias de Lua Cheia são chamados “dias de oportunidade”, especialmente o momento exacto, quando o alinhamento de todos os centros planetários e solar se encontra no seu estado mais elevado de sensibilidade e contacto.

Esta oportunidade de contacto é o momento de regeneração, um momento em que podemos novamente contactar a visão perdida ou uma visão nova e maior, recarregar nosso ser e andar no caminho da evolução e do serviço.

A energia de Aquário é eléctrica.


O principal objectivo do aquariano é representar a Nova Era, suas visões, ideias e tarefas, e ser a "Água da vida... despejada para os homens sedentos." in, Sinfonia do zodiaco

É esta energia que nos ajuda a romper com as nossas limitações e a desenvolver os poderes psíquicos e a utilizar a intuição.
Aquário tem três presentes para a humanidade - Oportunidade - Iluminação - Fraternidade.

A influência e a energia de Aquário abrem uma porta para entrarmos numa vida nova. Oferece-nos a Oportunidade.
Em todos nós existe uma Centelha Divina, coclocada no nosso coração como uma pequena semente. Precisa de água....para romper os obstáculos e alcançar o Sol. A manifestação da nossa Divindade inata remove todas as nossas fraquezas.
A iluminação é um momento na vida, no qual se abre uma janela e conseguimos ver a beleza da Vida. A electricidade de Aquário passa através do nosso sistema e podemos desfrutar da sensação de unidade.
É com a energia de Aquário que nos sentimos livres e seguros... que todas as nossas necessidades serão satisfeitas. Fraternidade é um estado de consciência no qual não existem medos.

Toda a vez que o Sol entrar em Aquário, estes presentes ser-nos-ão oferecidos. A fraternidade começa com a boa vontade e as relações humanas correctas, expandindo para uma vida em grupo.
A primeira exigência de Aquário é a purificação da vida pessoal e planetária.

No livro de Alice Baley, "O reaparecimento de Cristo", podemos ler "... a fusão da energia pisciana, gerada durante os últimos dois mil anos da actividade espiritual do Cristo, com as energias aquarianas a serem geradas e activadas na Terra nos próximos dois mil ou dois mil e quinhentos anos..."
Com isso Cristo trará a fusão das energias do Sexto e do Sétimo Raios, bem como a unificação do Leste com o Oeste.

As etapas a percorrer começam pela fusão da Vontade com o Amor (Carneiro/Gémeos), passamos depois para a fusão do Amor com a Sabedoria (Cristo/Buda) e acabamos na fusão da energia de Peixes (sensibilidade, receptividade, sacrificio) com a de Aquário (dinamismo, positivismo, existência plena).
A fusão do Sexto com o Sétimo Raios, vai dar-nos a visão materializada, ou seja, o sexto raio produz o mistico, o sétimo desenvolve o mistico e cientifico. O sexto raio reconhece o Cristo Histórico; o sétimo raio reconhecerá o Cristo Cósmico.
  • O Sexto Raio produziu:

1- a) conhecimento da luz e electricidade no plano fisico; b) conhecimento da luz astral para os esotéricos; c) interesse tanto na iluminação fisica como mental; d) descobertas astro-fisicas e astronómicas. 2-O ensino do significado de sacrificio (crucificação)

  • O Sétimo Raio transformará:
1- as teorias dos pensadores avançados em factos. 2- o serviço em grupo

A Lua cheia de Aquário é uma das mais importantes, assim devemos conscientemente adaptar o nosso corpo fisico e naturezas emocional e mental à frequência de sua energia. Quando ela passa desimpedida pelo nosso sistema, cria saúde, amor e iluminação.

A energia de Aquário evoca o amor, a compaixão e a cooperação globais, e ainda uma visão global de cada coração humano.

Dois Mil e Nove


Sei que já estamos a vivenciar a energia de 2009, no entanto não quero deixar passar em branco a regência planetária deste ano - SOL

O Sol é a consciência. A capacidade de auto-percepção. O nosso Eu interior. É o sentido interno e central do poder, sobre o qual tudo sesubstancia. Principio activo masculino. O Espirito.

Este ano os valores são de ambição, autoridade, força de vontade. É propicio a um trabalho de desenvolvimento e conhecimento pessoal, numa procura de quem realmente somos (Leão), para levarmos à união da humanidade (Aquário).

É usar a nossa energia interior, a consciência cristica, com sabedoria, de modo a beneficiar o próximo. É através do Amor Maior que construímos a Nova Terra.

Assim o que nos é pedido em 2009, é que aprendamos a conhecer, amar, respeitar e aceitar a nós mesmos, para que possamos amar a humanidade que nos rodeia.

Este é o ano para interiorizar os mandamentos deixados por Jesus e praticá-los.
"Amarás aopróximo como a ti mesmo."
Então, em primeiro lugar temos que nos reconciliar connosco mesmos. Colocamo-nos em frente ao espelho e pensar que o Ser que ali está é uma obra de Deus .Urge que todos percebamos que é necessário encontrar novos valores e novas formas de vida. A felicidade é uma aquisição. Quando decidimos ser felizes, aí sim podemos partilhar a verdadeira vida com os outros.

Desejo a todos abundância de amor, prosperidade de conhecimento e muita alegria partilhada.

BOM ANO!!!

Sol em Capricórnio


Tudo para o qual um ser humano é criado, tudo para o qual todas as formas de vida são criadas é o resultado da resposta ou reacção às energias que nos chegam. Elas são ciclicamente derramadas sobreo nosso sistema solar e planeta, e acendem os fogos latentes dentro das formas de vida. O Sol está em Capricórnio e com ele a energia capricorniana que é muito potente, dado a regência de Saturno.


Na Lua cheia, dia 11, temos a oportunidade maior de receber as energias desta constelação e de utilizá-las para transfigurar a nossa vida.

A transfiguração é a primeira grande iniciação pela qual nos libertamos das armadilhas dos reinos físico, emocional e mental, e permanece como grande guerreiro da grande causa de evolução.


O sistema energético de Capricórnio é o seguinte: o raio Monádico é o Primeiro; o raio da Alma é o Terceiro; o da personalidade, o Sétimo. Também Saturno é um planeta do Terceiro raio, e esta formação energética fornece grande poder.

A energia da Vontade, o Primeiro Raio, trabalha através da inteligência activa, o Terceiro Raio e, manifesta-se através do Sétimo Raio.


"Um grande sábio diz que a Hierarquia manifester-se-á no mês em que o Sol estiver em Capricórnio. Cristo, nasceu em Capricórnio. A Hierarquia manifestar-se-á através daqueles que estão em contacto com o Cristo.

Cristo não é uma figura religiosa, nem o centro de um culto. É um grande cientista psíquico que está tentando unir a humanidade à sua Fonte através da harmonia, das reacções humanas correctas, da boa vontade e do esclarecimento." in, Sinfonia do Zodiaco de Torkom Saraydarian

Dia de Reis = Dia do Astrólogo

A Astrologia é muito mais antiga do que se pode supor. Como ciência cósmica, determinando a cosmogênese e a própria formação dos seres, inclusive do homem, pode dizer-se que a astrologia não tem principio. Ela, apenas sempre existiu.
O homem, somente teve acesso à divina ciência quando pode compreendê-la e manipular os altos conhecimentos ditados a partir dos sinais do firmamento.



A visita ao Menino (Rei dos Reis) pelos Magos, astrólogos e não feiticeiros, uma vez que naquele tempo a palavra Mago tinha esse sentido, confundindo-se também com os termos sábio e filósofo. Eles perscrutavam o firmamento e ao verem a presença de um novo astro, cada um deles, deixou as suas terras depois de consultar os seus pergaminhos e papiros. Simbolizam também as três únicas raças bíblicas, isso é, os semitas, jafetitas e camitas. Uma homenagem, pois, de todos os homens da Terra ao Rei dos Reis.
De onde vieram e o que procuravam, pouca gente sabe. “A melhor descrição dos reis magos foi feita por São Beda, o Venerável (673-735), que no seu tratado “Excerpta et Colletanea” assim relata: “Melchior, era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar, era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio, e Baltazar, mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.
Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspeccionar”, Melchior quer dizer “Meu Rei é Luz”, e Baltazar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.
Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, representando as três raças humanas existentes, em idades diferentes. Assim, Melchior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltazar, mirra em reconhecimento da humanidade.” In, Wikipédia

Este é um dia muito especial para mim, já que a astrologia é o meu fascínio, estamos todos de parabéns, mas ainda mais porque a minha mãe festeja os seus 88 anos.

A verdadeira essência desta época e da vida está nos gestos simples, no afago, num sorriso… no olhar de um rosto sereno.
Levo o pensamento para a minha infância… na mesa havia sempre iguarias da época, não podendo faltar a abóbora cristalizada, de que minha mãe tanto gosta.
…o musgo feito chão verde e fresco no presépio… as imagens colocadas a preceito. Um pouco distantes, os três Reis Magos, com as suas oferendas, simbolizando a caminhada de muitos mil anos atrás e que se perpetua pelos séculos.

Poderia ficar aqui a escrever, num desenrolar de lembranças… o valor da partilha, do sentir, de saber ser e estar.
Minha mãe, ao longo das nossas vidas foi-me transmitindo princípios, que me ajudaram a ser a mulher que hoje sou. É com todo o Amor em meu coração que lhe expresso a minha gratidão. Sinto-me abençoada por tê-la como mãe.

Sol em Sagitário


... canaliza as energias do Quarto, Quinto e Sexto Raios, além do 2º Raio do seu regente exotério - Júpiter, bem como do 3º Raio do regente esotérico - Terra. Ainda do regente hierárquico Marte é expressa a influência do 1º e do 7º Raios.


Encontramos assim, todos os raios, neste signo.


A energia de Sagitário inspira idealismo. Idealismo é uma necessidade de impulso de nos unirmos com o objectivo. O idealismo éuma direcção de vida decisiva para atingir um objectivo mais abrangente. É um impulso vigoroso para viver segundo as normas do nosso ideal.

Podemos encontrar idealismo em qualquer um dos sete raios.O senso de direcção é a capacidade de orientar e polarizar tuso o que somos e fazemos na direcção do objectivo. Isso está indicado no simbolismo da flecha, do homem e do cavalo.

O idealismo é o poder de contemplar a visão e direccionar os passos com determinação e alegria. Sagitário suscita o fogo do planeta que apresenta a revelação ao homem purificado, que permanece na luz. Esta energia gera um sentido de direcção para guiar o cavalo e atirar a flecha. O objectivo pode ser descoberto neste signo de unidireccionamento, aspiração, dedicação, determinação e de atitude e poder focalizados e intuitivos para vê-lo.

A flecha simboliza a Centelha carregada de força de vontade. Esta Centelha só pode ser compreendida através do desenvolvimento e tornando-se ele mesma.

Na antiguidade o signo de Sagitário era chamado de signo do silêncio. Os três passos mais importantes para atingir o estado de silêncio eram mencionados nos livros antigos.

O Primeiro é emiminar a conversa fútil. Porque quando o fazemos, perdemos o objectivo. O objectivo é encontrado no silêncio.

O Segundo é não falar sobre si mesmo.

O terceiro é não atirar pérolas de sabedoria e deias diante daqueles que não estão prontos a aceitá-las.

Deve portanto dar-se enfase ao silêncio mental. Durante o mês de Sagitário devemos pois exercer uma disciplina sobre a nossa fala.
À medida que aprendemos a manter o silêncio e a dizer as palavras correctas no momento oportuno para a pessoa certa, devolvemos um sentido mais claro de direcção, do que fazer e de para onde ir.

Curiosidades


O Ser Humano é um Filho do Sol, um Ser de Luz que procura ansiosamente o seu próprio caminho e destino.

Possuimos em nossa constituição física os mesmos elementos quimicos que formam as estrelas e os planetas. Somos fisicamente, filhos do Universo, em sentido amplo, e filhos do Sol e da Terra, em sentido estrito.

A vida na Terra é tão somente uma grande escola cósmica. Estamos aqui para aprender e poder ascender a niveis mais elevados de consciência no caminho espiritual.

Portanto, desfrute desta vida, aproveite tudo o que ela tem para oferecer, sem esquecer que há um objectivo maior que o liga ao Universo.

Um Ser Solar reconhece a sua origem cósmica, sabe que toda a vida na terra tem a sua fonte na Luz Solar.

Um Ser Solar sente que a sua vida somente atingiu a plenitude depois de ter percebido e aceite, no amago de seu coração essa íntima ligação.

"... à medida que cada um de nós se torna um todo, irradiamos luz - Luz Interior - livres dos bloqueios físicos e emocionais a que nos impomos.
A medicina do futuro é a Luz.
Estamos curando a nós mesmos com aquilo que é a nossa essência."
Jacob Liberman, SP 1994 - "Luz, a medicina do futuro"

Mês de Escorpião


... A enegia de Escorpião é uma mistura da energia do Quarto Raio - Harmonia através do conflito - e do Sexto Raio - Devoção.


O quarto mostra a vontade de harmonizar e o Sexto a vontade de causar, tendo também a influência do Segundo Raio no fluxo energético de Escorpião, que é o Raio vindo de Sirius.

Sirius está relacionado com Escorpião e o seu Logos é o Anjo Solar do nosso Logos Solar.
O Sol Sirius é a fonte da Mente Logoica. Sirius, as Plêiades e o Sol formam o triângulo Cósmico. Somos governados pelo Senhor do Carma de Sirius. As vibraçõesvindas de Sirius atingem-nos no plano mental.

.... Sirius é a estrela da iniciação. "Nossa Hierarquia, está sob a supervisão ou controle magnético espiritual da Hierarquia de Sirius" Alice Baley - Esoteric Astrology, p.197


Sirius também é chamada a estrela da sensibilidade que governa a Hierarquia. Uma relação desse teor entre Escorpião, a Hierarquia e a humanidade sugere que na época da Lua cheia de Escorpião há uma grande oportunidade para a iniciação e a expansão da consciência.

O Segundo Raio traz a sabedoria.

Uma das tarefas da humanidade é estabelecer a comunicação consciente com fontes mais elevadas de energia: inteligência, amor e poder.

Todas as energias das constelações, do Zodiaco Maior e Menor, se derramam sobre o nosso sistema solar e sobre o nosso planeta...

Em Escorpião, os discipulos são preparados para avançar nas iniciações. Cada uma é o resultado de uma vitória sobre a natureza inferior, passando por nove testes: físicos, emocionais, mentais.

.....

O homem é a sua própria barreira, e também a sua própria saída. Ele bloqueia o caminho. Quando elimina as suas limitações, liberta-se para prosseguir no caminho da evolução.
(Torkom Saraydarian)

Acredito fimemente

Estive ausente, mas já estou de volta.

É preciso saber quando uma etapa chega ao fim. Encerrar ciclos. Fechar portas. Terminar capítulos. Deixar no passado os momentos da vida que já acabaram.

Fácil ?.... Claro que não, é mesmo muito dificil, mas em vez de perguntar para mim própria, vezes sem conta: " Porque é que não deu?..."


Acordo!

O melhor mesmo é deixar no passado o que é do passado. Mudar de espaço, de local, deixar ir...soltar... desprender-me. O que passou jamais voltará.

Deixar de Ser quem era e passar a ser quem Sou.


... Sou perfeita, alegre e forte.
Tenho Amor e muita sorte.
Sou feliz e inteligente - vivo positivamente.

Quiron, pequeno astro...

...entre os mais astros, planetoide do Sistema Solar, roda ciclicamente à volta do Sol, entre a órbita de Saturno e a órbita de Urano, mais longínqua. Girando entre essas duas grandes forças, é o ponto médio do que Saturno/Urano exprimem na sua inter-relação.

Saturno é o Passado, a experiência do Tempo, o Saber do já vivido, ...de onde se vem. Com Saturno algo sempre se acaba. Fecha o ciclo da matéria.


Urano é o Futuro, o não sabido, ...para onde se vai. Força imaterial evolutiva, motor de toda a expansão. Por ele se abrem portas, se destrói o Passado, se intuem novas dimensões.

Quiron simboliza a frequência intermédia entre estes dois registos de vibração.
Do físico ao metafísico, do conhecido ao que ainda não se conhece.

Entre a memória do Passado e o apelo do Futuro, Quiron pode ser considerado, o Eterno Presente.
Simboliza a perfeita relação da Alma intemporal, com Cronos, o tempo dos relógios.

É por isso que Quiron também se identifica com o Tempo síncrono, com as coincidências significativas.
Síntese do Tempo e do não-Tempo,
Quiron interioriza o que é exterior, exterioriza a inferioridade. Do que já passou, ao que ainda virá, materializa o imaterial. Apreende a imaterialidade contida na densidade das coisas.

Quando Saturno, a experiência do Tempo na matéria,
e Urano, a alta-frequência da Mente Divina se fundem na Luz da Consciência,
é Quiron que afirma a Magia do mundo.

Quiron é a realidade material com tudo o que contém de poder oculto.
Inversamente, é a dimensão oculta materializada. Só vibra quando a dádiva acontece,
e o amor incondicional se torna presente.


Quiron é sobre a Terra, a evidência do Espírito, o perfeito canal entre dois mundos, a Via - da Unificação."

Em Nov./77 o astrónomo americano, Charles Kowal, descobriu um pequeno planeta com uma órbita extraordinária, que foi chamado de Quiron.
No nosso sistema solar, existem milhares de asteróides e muitos deles são maiores do que esse novo objecto que tem um diâmetro estimado de aproximadamente 160 km. No entanto, a órbita de Quiron, posicionado entre Saturno e Urano, é única.
Quiron leva 50 anos para completar uma revolução solar e, em alguns momentos inclina-se fortemente na direcção de Saturno e outras na direcção de Urano. Em 1991, Quiron foi classificado como um cometa capturado.
Os astrónomos não concordam completamente sobre o fato de Quiron ser um asteróide ou um cometa, portanto ele pode ser encontrado em ambos os catálogos de Astronomia. Sua posição pode ser calculada com uma certa segurança somente pelo período que vai de 1.500 A.C. a 4.000 D.C.; qualquer cálculo depois disso pode ser considerado incerto.
Assim a posição da órbita de Quiron, entre Saturno e Urano, é muito especial.
Apesar de todas as tentativas de classificação, Quiron acabou por ser considerado um planeta, do ponto de vista astrológico, mesmo não sendo um.
A sua órbita é muito excêntrica, como aquela de Plutão, portanto ele ocasionalmente cruza as órbitas de Saturno e de Urano. Muitos astrólogos o consideram uma espécie de ‘mediador’ entre estes dois planetas, uma ponte, ou como uma espécie de ‘elo’ entre Saturno (O Guardião das Esferas), e os planetas exteriores (Urano, Neptuno e Plutão). Acredita-se que Quiron tenha qualidades e influências, de ambos os planetas (Saturno e Urano). Antes do Quiron ter sido definido como um cometa capturado, ele era visto como um ‘asteróide errante’, por ficar longe do “herd” (cinturão) onde ficam os outros asteróides, entre Marte e Júpiter. Ou seja: um rebelde, um solitário, indo por seu próprio caminho.
O glifo (o símbolo, que parece uma chave acima de um círculo), foi amplamente aceito e é parte de sua interpretação básica, já que Quiron é visto na astrologia como uma chave para os planetas exteriores, assim como para aquelas esferas da vida que são associadas ao seu papel na mitologia clássica.

in, "Este Jesus Cristo que vos fala - Livro 2" de Alexandra Solnado Jesus diz: “Quero ditar-te hoje sobre os astros na mitologia grega.
Dizia-se que os astros serviam para abençoar as pessoas com as suas características.
As entidades teriam passado tempos em cada astro e traziam para a Terra essas mesmas características.
Hoje vou ensinar-te uma nova maneira de ler os mapas. Vais buscar o que cada um tem de melhor ao planeta Quíron
É onde se esconde a verdadeira essência.
…É a ferida e a cura, o bloqueio e o potencial."


Segundo o mito, Cronos (Saturno) estava loucamente apaixonado pela ninfa Philyra. Ele procurou satisfazer a sua paixão, mas a sua esposa Rhea, apanhou-o em flagrante e, para fugir, ele transformou-se em cavalo.

O centauro Quiron foi o fruto dessa paixão, da união entre Saturno e Philyra, sendo assim meio homem e meio cavalo.

Philyra encheu-se de desgosto e aversão pela criança assim que a viu, e pediu a Zeus para a transformar numa árvore de tília. Conta a lenda que mais tarde, o Quiron – centauro - viveu numa gruta no Monte Pelion, ensinando aos heróis as artes marciais, a arte da caça assim como a música.

O final desta história é cheia de significado: ele foi involuntariamente ferido por uma flecha que pertencia a seu amigo Hércules. Mas, sendo imortal, Quiron viveu com essa terrível e incurável ferida durante muito tempo.

Quando Prometeu foi punido pelos Deuses (por ter roubado o fogo e tê-lo entregue aos homens), Quiron ofereceu-se para morrer no seu lugar. Esse sacrifício, de sua própria imortalidade, acabou por libertá-lo, do seu tormento sem fim.

Assim, Quiron é uma criatura meio animal e meio humana, combinando as partes escuras, instintivas e naturais com o lado racional e espiritual.

Astrologicamente, ele representa a sabedoria, a paciência e o domínio do espírito sobre a escuridão interior, bem como os instintos animais.

Devido à sua própria ferida incurável, ele possui um profundo conhecimento do sofrimento em todas as suas formas. Isso faz com que consiga alcançar no seu mais profundo íntimo, o conhecimento capaz de curar qualquer ferida humana, com sabedoria e segurança.


“O Quíron reflecte a nossa frustração. A frustração de não conseguirmos ser quem somos ao mais alto nível espiritual.”
in, Livro 1 – “Este Jesus Cristo Que Vos Fala”, de Alexandra Solnado

O Quiron não é portanto considerado um planeta – do ponto de vista astrológico - e por essa razão dificilmente se encontram os aspectos astrológicos desenhados no mapa como acontece com os planetas ‘clássicos’. De qualquer forma, ao interpretarmos a sua posição no mapa - do ponto de vista psicológico - poderemos concluir que ele poderá indicar de que forma poderemos superar as nossas limitações nesta encarnação.

Com sabedoria podemos curar as feridas, mas não somente as próprias, como também daqueles que estão à nossa volta.

Anjos !!!

Hoje resolvi falar-vos sobre os seres espirituais, que conhecemos por "ANJOS"


Cada um dos Anjos da Guarda escolheu domicílio no Zodíaco a fim de trabalhar com as essências dispensadas pelos Arcanjos, formadores e administradores das energias zodiacais e planetárias.

A Estrela de cinco pontas, que as Escolas Iniciáticas representam com chamas luminosas, e chamam de Estrela Flamejante, é um dos símbolos de Luz. É a Estrela dos Iniciados e constitui a chave que nos abre a porta da comunicação com o nosso Anjo da Guarda.

O saber tradicional atribui uma morada ou palácio a cada um dos Anjos da Guarda, num espaço de 5º do Zodíaco, a começar no signo de Carneiro.
A partir destes 5º, o Anjo da Guarda exerce a sua influência sobre a vida quotidiana das pessoas nascidas durante os 5 dias de regência.

Além dos 5º, das moradas que cada um rege, prosseguem o seu trabalho de condicionamento de energias, em nossa intenção, à razão de um Dia/Grau, 5 vezes por ano, por rotação, assim 5 X 72 = 360, número que representa o número de graus do Zodíaco, então a partir de 21 de Março, quando o Sol se encontra a 0º de Carneiro, os 72 Anjos entram em acção (um dia, um Anjo), até que os 72 dias tenham decorrido. A partir deste ponto, começa nova distribuição, e 73 dias mais tarde, uma outra; 5 vezes, no total.
É assim que, para além dos 5 dias que cada Anjo administra, enquanto Anjo da Guarda, ele rege 5 vezes um dia, na qualidade do Anjo do Dia.

Os especialistas e investigadores, os estudiosos, através das Efemérides das posições planetárias, para assim saberem o grau e o minuto em que o Sol se encontrava no dia do nascimento.

Para além dos dias de regência, enquanto nosso Anjo da Guarda, assim como das energias transmitidas como anjos do dia, cada Anjo tem igualmente a missão de nos incutir ânimo todos os 20 minutos, a partir das zero horas.
O Anjo das Missões que é o que rege os 20 minutos durante os quais nascemos. Os dons e poderes que este Anjo concede com intensidade durante os seus 20 minutos de Regência estendem-se ao longo das 24h do dia para influenciar beneficamente as nossas capacidades intelectuais.

São os Anjos da Guarda encarregados pelo Criador e Mestre do Universo de satisfazer todos os nossos pedidos, para acelerar a marcha da Criação para a perfeição.
São pois medianeiros entre nós e o Criador, mas não podem transgredir as leis da criação e oferecer, sem lhes pedirmos.

“Pedi e ser-vos-á dado! Procurai e encontrareis! Batei e abrir-vos-ão a porta!” Cap.VII, vers.7, Evangelho Segundo S. Mateus


Constatamos, com efeito, que podem produzir-se curas instantâneas, assim como milagres, mas nestes casos não acontece que a vontade do Anjo desce para obedecer à vontade humana, e sim que, através da Oração, o humano se ergue. Sobe ao Mundo dos Anjos, o Mundo das energias criadoras, onde as dificuldades não existem, onde tudo o que é negativo se elimina por si mesmo, ao mesmo tempo que ganha força e vigor tudo o que é positivo.

O “Pedi e dar-se-vos-á” diz respeito a este Mundo das energias criadoras. E é por esta razão lógica que se a nossa vontade solicita estas energias para criar qualquer coisa, os Anjos encarregados de as conceder, em simultâneo com o nosso Anjo da Guarda, serão imediatamente mobilizados para nos servir. É uma lei Universal.

Com efeito o Anjo da Guarda apoia a solução dos diferentes projectos do ser humano, segundo a missão que desenvolve no seu Coro Angélico e segundo as suas próprias energias, que as letras que compõem o seu Santo Nome nos revelam.

Os Anjos da Guarda são Entidades Vivas, Omnipotentes. Ao Anjos da Guarda são entidades reais, actuando em nosso benefício graças à sua intensa Vontade-Amor. É principalmente nos resultados que nós obtemos que eles se manifestam… se bem que tenham a possibilidade de tomar forma Humana, pois administram Forças, mas são Entidades.

Os Anjos ao serviço do Criador e da sua Criação, têm tanto, senão mais, interesse do que nós próprios no nosso sucesso, que é o seu sucesso e, finalmente, o sucesso da Obra Divina em progressão constante.

Os anjos não desejam ser adorados nem exigem rituais sofisticados em troca do que têm a nos ofertar. Se quisermos invocá-los, temos de partir do princípio de que o amor é a condição básica para tê-los por perto, para permanecer em comunhão com a alegria, a luz e o poder que deles emanam.

Aquele que acredita no divino é porque o traz dentro de si.

Quando um ser vem ao mundo, é portador de uma missão determinada e recebe a ajuda necessária para a realizar, por parte das hierarquias Superiores: os Anjos.

Vivo os momentos.......


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___ ___ LI (O Fogo)
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O fogo é algo profundamente misterioso!
Para que tudo haja, para a acção do que tudo é.

A roda a interagir para que tudo se transforme e tudo mude. – O fogo é o elemento de ligação da Terra ao Céu. A Terra é o terminus da solidificação do Mundo. A água é o que guarda as células do sentir. O Ar o poder de exprimir, como dimensão abstrata.
Alquimia permanente.

O Amor e a fé - é Fogo. É ele que implicaa totalidade da nossa energia.
Pensar para um lado e sentir para o outro - aqui está a bipolaridade.
Para amar e acreditar temos que sair da bipolaridade.

Quando quero dar forma ao fogo, digo que é a identificação, a unificação e a síntese com a vida. É inspirador, estimulador - o homem ao fecundar (Yang) transforma-se em (Yin) - A natureza em toda a sua expansão (Leis do TAO)

1º Raio - Shambala - Intenção divina da criação - Sol e potência solar - Amor


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___ ___ KHWAN (A Terra)
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A alma usa como veiculo de expressão: Físico / Etérico / Emocional / Mental
para experienciar aqui nesta dimensão o corpo vital (etérico) Fogo, que vitaliza o nosso corpo físico (matéria) Terra.

Plano da intuição em simetria com a parte emocional e a paz interior (gestão adequada de emoções e sentimentos) é uma intuição nítida, límpida.
A Terra é receptiva e tal como a Água tem a tendência para a concretização. A Terra realiza o Fogo e este inspira-a e estimula-a, no plano profundo. A Terra corresponde às estruturas que sustem o fogo; mantém a ordem das coisas.

A plenitude da expressão criativa precisa de técnica, a Terra é portanto a capacidade para lidar com o lado prático da existência. É o elemento da percepção sensorial.

3º Raio - Pleiades - Vontade Divina


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_______ KHIEN (O Ar)
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Cosmos - Ordem - Harmonia

A primeira ideia de Ar está associada a SOPRO, principio de vida - a relação entre a respiraçção e a espiritualidade. A respiração é um meio de religação, entre o Universo e o Ar Criador.

Em cima - Levitas; Em baixo - gravitas

O Ar é livre de formas, é sempre movimento.
Um pensamento novo é uma graça plena, pensar é supraconsciente. A atenção tem que estar vazia, receptiva, preparada mas à espera... Receptividade, intuição que nos leva à improvisação.

2º Raio - Logos - Inteligência Divina - Humanidade

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_______ KHÂN (A Água)
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A Água é a origem de toda a vida. Líquido amniótico é a real experiência com a vida.
Inicia-se pelo fogo, a terra estabiliza e contém a energia, o ar permite criar a relação inteligente com a realidade e a Água permite transcender.

É a parte que sente a ligação com o todo, que contém a ligação com a unidade. Tudo o que é intuitivo, pleno.
O encontro com a nossa própria interioridade emocional. Onde se pode experienciar a nossa própria dimensão.

A àgua suporta e sustenta todos os nascimentos e que recebe os resultados da transformação.
É sempre a pacificação. O Abraço Universal.

4º Raio - Harmonia - Paz


Há momentos em que sem saber à partida o verdadeiro motivo, me apetece escrever algo e quando sinto, (como boa peixinha que sou) normalmente sigo a minha intuição, este foi um deles...

A Lua Negra


Lilith era amada e temida… a grande Deusa Mãe, no início dos tempos.

Neste mundo onde o yin e o yang são referências, começamos a ser mais flexíveis e perceber as diferenças que existem no que separe um pólo do outro.

Quando analiso “Lilith”, levo em conta a posição dos nódulos lunares.
O Nódulo Norte (NN) e o Nódulo Sul (NS)... O regente das casas onde se encontram… a sua relação com os aspectos a Lilith e, claro à Lua.
Considero regentes cármicos os regentes dos signos onde os NN e NS, se encontram, uma vez que influenciam a Lilith.
Astronomicamente falando, a Lilith, trata-se de um ponto no espaço, assim como os nódulos.
A lua tem uma órbita elíptica em torno da Terra, que possui 2 pontos, sendo o mais distante da Terra, o chamado Lua Negra.
Na verdade Terra e Lua viajam juntas, mas a órbita da lua ora se aproxima, ora se afasta, é dançarina… por isso, feminina. :))

De acordo com este movimento temos uma “média” e uma “ verdadeira”. É aqui que se encontra o porquê, de existirem 2 posições para Lilith, a verdadeira e a média que tem o símbolo astrológico de uma meia lua com uma cruz por baixo. Esta diferença não ultrapassa 20°, mas é o suficiente para mudar de signo ou casa e influencia mais de um ponto no mapa.
Assim como os Nódulos, existem os verdadeiros e o médio. A lua negra é o apogeu da órbita lunar. Lilith move-se no zodíaco numa média de 40° por ano e o seu retorno ao ponto natal tem o prazo de mais ou menos 9 meses… o tempo de uma gestação...
Analiso a Loloth como um complemento da Lua. Nunca negligenciando esta influência. Lilith faz-nos pensar na nossa relação com o sacrifício e como devemos renunciar e entregar; descreve a nossa relação com o Absoluto.

Enquanto o ser humano permanece revoltado contra os factos que acontecem na sua vida, este ponto da Lua negra pode ser considerado perigoso, uma vez que representa a própria vida, o mistério da vida que pulsa na natureza e que até hoje não foi desvendado.
É o grande mistério. A parte feminina, a procriação das espécies, o útero materno, o que está guardado e escondido, que só se abre por desejo sexual.
Lilith no mapa natal mostra este ponto sagrado, onde só deixamos entrar a vida depois de rendidos pelo amor, pela entrega, pelo vislumbre da abertura do cosmos sagrado ao nosso plano terrestre… e é neste momento de abertura que o perigo acaba e deixa de haver desejo de controle, passando a existir somente amor.
Lilith toma a forma do Unicórnio Branco, que simboliza a integridade afastando tudo o que é impuro. O mito do unicórnio é o da a pureza, que exorciza os corações corrompidos, que no fundo aspiram à evolução e entrega ao Amor Maior.

Em trânsito indica de certa forma a frustração, no domínio dos desejos, uma impotência da psique ou uma grande inibição. Por outro lado Lilith indica em que áreas devemos rever, a nossa relação connosco, com a nossa vida, com as nossas crenças e como o nosso trabalho.
A importância disto é a oportunidade que nos oferece de renunciar ao que já não interessa, confiar e entregar.
Lilith mostra onde podemos deixar o “Absoluto” circular em nós, derrubando as barreiras formadas pelo ego, sem deixar o Eu interferir.
Para nos preparar para esta abertura e entrega, a Lua Negra, cria o vazio necessário.
Lilith não indica uma passividade, muito pelo contrário, simboliza a vontade firme de abertura e confiança, deixando o mundo superior infiltrar-se em nós, numa entrega total às Leis do Universo.

Hoje vou escrever sobre Kabbalah


A sabedoria Kabbalistica tem sido transmitida ao longo dos anos pelas mais brilhantes mentes da Humanidade.

A Kabbalah é:

1- Dar significado, propósito e sentido à vida.
2- Unir pessoas e conectá-las ao poder supremo.
3- Remover a dor e o caos de vida.
4- Dar técnicas para a evolução da Alma.
5- Dar a chave de entendimento dos Segredos do Universo.
6- Responder à velha questão: - "Porque estamos cá?"
7- Provar que as Leis Universais vêm muito antes de qualquer religião.

Não há coerção, ou então não seria Kabbalah (= tecnologia da Alma para todos). Cada um escolhe o seu próprio caminho. Já que o mundo físico, é apenas uma pálida sombra da realidade espiritual. Ser Kabbalista é saber receber e saber dar.
É imprescindivel falar do Zohar (do hebraico esplendor), o Livro do Esplendor dos Judeus, onde estão tratados a natureza de Deus e considerações sobre a origem e estrutura do universo, a natureza das almas; associa cada gênio a um planeta, que ele governa e que recebe sua influência.

A cada um dos nove planetas consagrados pela astrologia cabalística, (7 planetas, mais o Sol e a Lua) corresponde uma Falange (ou grupo de oito gênios, num total de 72 guardiões ou anjos, comandados pelo seu líder, ou Gênio da Esfera).

A Cada 5 dias um novo Gênio Guardião passa a influenciar tudo o que se refere ao mundo material, inclusive nossa saúde física. Dependendo da falange a que esse Gênio Guardião pertence, quem nasce sob o domínio dele estará mais propenso a um determinado tipo de enfermidade.

Segundo a Kabbalah existem 10 dimensões distintas que em aramaico são apelidadas de Sefirot, ou Sefira - Temos assim a Árvore da Vida

A 1a Sefira é KETER, a COROA
Atrás (ou em volta) dela são representados três véus: a Negatividade, o Ilimitado e a Luz Infinita.
A Luz Infinita é antes de KETER, e talvez represente o que nós definimos como sendo DEUS ou J H V H. Esta Luz "cristaliza-se" num ponto. Este Ponto Primordial é KETER - a Dimensão Superior - a emanação mais luminosa de Luz.
Perfeito, independente, ele permanece na eternidade, foco de um circulo cujo centro está em toda a parte e cuja circunferência não está em parte alguma.O CRIADOR colocou à nossa disposição, um símbolo dessa energia, talvez para nos ajudar, assim como as várias religiões e filosofias, usam símbolos para encaminhar os estudos de seus adeptos. Este símbolo é representado com um Modelo de Organização Biológica (MOB) que se materializa diante de nossos olhos, como PLANETA de nosso Sistema Solar.
O Planeta atribuído a Keter é PLUTÃO, apesar de que, alguns autores cabalísticos lhe atribuam Neptuno. A energia de Keter é regida e organizada pelo Gênio METATRON.
Depois de cristalizado este ponto, talvez obedecendo a um apelo do oceano ilimitado da luz negativa que lhe deu origem, o ponto move-se, gera o MOVIMENTO. Como um fragor no silêncio (seria o Big-Bang dos cientistas? Seria o Verbo da Gênese?), a pura existência se move formando uma LINHA. Porém, tudo isto é representado graficamente, mas no UNIVERSO, isto não tem somente duas dimensões.

É desta forma que é gerada a - 2a Sefira- o segundo estágio da criação: HOKMAH, o Zodíaco; o Registro Cósmico.
HOKMAH é apelidada de Zodíaco, pois contém em si o embrião e o registro cósmico de todo o Universo, já que é a primeira manifestação da Energia Cósmica Geradora, ou MOB (Modelo Organizador Biológico). O Planeta que lhe corresponde é URANO, o Gênio RATZIEL.
A energia é criadora, e por isso a sua simbologia se parece com um Falo. Não é estática, mas é criativa e geradora, está em movimento, e esta ACÇÅO provoca uma REACÇÃO (segundo as leis de Hermes, as leis da natureza) e assim HOKMAH, move-se como um bumerangue, e gera um terceiro estado - A 3a Sefira - BINAH, a FORMA.
BINAH é a Sefira da primeira estrutura da Forma. É a primeira cristalização da IDEIA. É a cristalização da matéria primordial, e não é por acaso que lhe é atribuída a energia do Planeta SATURNO, pois este planeta é o último planeta visível a olho nu, e foi durante muito tempo considerado o último planeta do nosso sistema solar, Senhor da FORMA, dono da matéria. Sobre ele exerce seu domínio o Gênio Tzaphiel. Esta Sefira é passiva, e representa a matéria prima geradora.

Aqui está colocada a Sephira Invisível - DAHAT, Sephira do CONHECIMENTO, conhecida somente por poucos INICIADOS, bem no limite do ABISMO.

Estas 3 primeiras Sefiras constituem um modelo de grande importância. Elas formam o PRIMEIRO TRIÂNGULO, que será repetido, INVERTIDO, nos níveis inferiores da Árvore, como um modelo.

Os elementos deste protótipo são:
A UNIDADE: KETHER (a Energia);
A DUALIDADE: HOKMAH (a Força);
O TRIANGULO: BINAH (a Forma).

Desta forma temos: em Hokmah o elemento Positivo e em Binah o elemento Negativo, visto ser Kether neutro.

O triângulo seguinte é então INVERTIDO. Neste triângulo pela Acção dos complementares - Chesed e Geburah - juntam-se para dar origem a TIPHERET (ou TIPHARET)

Na Esfera HESED, a número 4, está a ideia da Compaixão, da Misericórdia, da Generosidade; por isso lhe é atribuído o Planeta JÚPITER, pelas suas características. Seu Gênio é TZADKIEL.
Em GEBURAH, a número 5, está a FORÇA da Acção, a força geradora e propulsora. A Ação que nos leva a criar, tem como MOB o planeta MARTE, símbolo do Deus da Guerra, acção de conquista. Seu gênio é KHAMEL.
Em TIPHERET a esfera número 6, está o estado de BELEZA Absoluta, AMOR Universal, doação de si, efeito equilibrante das duas forças anteriores. Por isso que este Triângulo é chamado de Triângulo ético, pois contem dentro de si a noção de comportamento, de ética. O verdadeiro amor humanitário e absoluto, é a noção do CRISTO, do Avatar, que doa sua própria vida para a causa de Todos. O Planeta que a representa é o SOL, o Gênio é RAPHAEL.

Uma noção que devemos ter é que se uma esfera é positiva a seguinte será negativa, pois a relação entre as esferas é binária (Lei de Hermes).

Assim Chesed contém a idéia da FORMA e Geburah da FORÇA e por conseguinte TIPHERET é o EQUILIBRIO entre os dois pólos e encarna a essência da fase seguinte, contendo em si também as duas energias em equilíbrio.

A EVOLUÇÃO da matéria continua: No triângulo seguinte o parceiro dinâmico é NETZACH, a esfera número 7, é o símbolo inferior da mesma força geradora feminina de Binah, de maneira mais densa, e por isso o Planeta que a representa é VÉNUS, símbolo da feminilidade, da nutrição, da mãe natureza. Tem o titulo de Triunfo ou Beleza, Triunfo à Natureza, a força geradora da natureza. Seu Gênio é HANIEL.
HOD, a número 8, representa agora a fase passiva, plasmadora do intelecto, da razão. Tem o titulo de GLÓRIA; glória do intelecto das coisas criadas, concretas, glória do VERBO criador, aqui já em forma ASTRAL, correspondente mais denso de HOKMAH. O Planeta MERCÚRIO é-lhe atribuído, pois sua simbologia se adapta perfeitamente a este modelo: inteligência, comunicação, adaptabilidade, razão, poder do raciocínio, são algumas de suas características. O Gênio é MICHAEL.
YESOD, a número 9, é o produto da interacção entre estas duas esferas. A evolução da matéria aqui alcançou a FASE ASTRAL, uma PRÉ-MATERIA. Por isso esta Esfera é atribuída à LUA, plasmadora das Almas, pré-matéria, Útero da matéria orgânica, formadora de vida; magnética, mutável, regendo o estado anímico e emocional, líquido, de todos os seres viventes. O seu Gênio é GABRIEL, Senhor da Magia. YESOD, tem o titulo de "A casa do tesouro de Imagens", o Mecanismo do Universo no mundo Astral. Senhor da Magia e dos sonhos, já prestes a se realizar na MATÉRIA DENSA.

Estamos assim, de maneira rudimentar e esquematizada, a entender a ENERGIA controladora que existe por trás dos fenómenos do mundo físico. A compreensão destes fenómenos, se bem compreendida, nos leva a refletir sobre o HOMEM, sobre o MICROCOSMO, e na sua realização, da IDEIA à OBRA REALIZADA. Esta Obra Realizada, ou Matéria Viva é representada por MALKUTH - a 10a Sefira, representa o mundo físico, associada ao planeta TERRA, a humanidade. Designa a dimensão mais sombria. É a etapa final da descida da MATÉRIA, o resultado final. Por isso é chamada o REINO, e o Gênio que a rege é SANDALPHON.

A Árvore representa padrões de relacionamento entre as forças. Todas as FORÇAS devem estar em EQUILIBRIO para a Criação da FORMA PERFEITA. O HOMEM Microcosmo, imitando o Macrocosmo, deve conseguir manter dentro de si, em perfeito equilíbrio, estas forças, para alcançar a harmonia, o domínio, e se tornar um Mago, dominando a PERFEIÇÃO.

Os TRIÂNGULOS e os MUNDOS:

* O 1o Triângulo é chamado de DIVINO, ele representa O ARQUÉTIPO DEUS.
DEUS, o No 1, dividido no PAI SUPREMO, HOKMAH e MÃE SUPREMA, BINAH. É o mundo de ATZILUTH, que no Microcosmo é representado pela IDEIA, pela Inspiração. A ele corresponde a primeira Letra do tetraggama sagrado “Y”. Neste ponto, existe o ABISMO, como que uma limitação para o nosso entendimento material.
Como para limitá-lo está DAHAT, a Esfera invisível, o CONHECIMENTO, cujas qualidades Neptunianas, são muito apropriadas, pois é nela que encontramos o MITO.
* BRIAH, onde existe o segundo Triângulo, é o MUNDO DA CRIAÇÃO. É a primeira Emanação Divina, o mundo dos Arcanjos. É também chamado de Triângulo ÉTICO, porque as Esferas Hesed, Geburah e, principalmente, Tipheret, são um exemplo de comportamento. No Microcosmo corresponde ao plano detalhado da Acção, ao PROJETO.
* O 3o triângulo forma o mundo de YETZIRAH, que é o mundo FORMATIVO. Aqui já existe um prenúncio da forma ASTRAL da matéria. É então quase a realização do PLANO DIVINO no microcosmo. O Mundo das Formas Astrais, é o Mundo dos Anjos, onde se concentram as forças espirituais.

O 4o MUNDO por fim, é o MUNDO DE ASSIAH. É a Esfera MALKUTH, esfera da matéria, do resultado. É o mundo dos 4 elementos formadores da matéria:
- O AR é representado por KETER, a idéia.

- A AGUA é representada por BINAH, a forma.
- O FOGO é representado por HOKMAH, a força criativa.
- A TERRA é MALKUTH, que reúne em si os outros três elementos.

As Qualidades ou Modos


O Zodíaco pode ser dividido em três grupos de quatro signos cada. Os signos de cada grupo tem certas qualidades em comum cada grupo tem um modo diferente de operar na vida.

Assim temos os signos:

Cardinais: Carneiro, Caranguejo, Balança, Capricórnio. Regem o ínicio das estações (Primavera, Verão, Outono, Inverno).

Há que sair andando.

Os signos cardinais têm iniciativa, são activos, ardentes, ambiciosos, estusiásticos e independentes. A sua mente é rápida e insaciável.

Usados negativamente, podem ser apressados, imprudentes e dominadores, podem deixar de terminar o que começam.

Fixos: Touro, Leão, Escorpião, Aquário. Regem a permanência das estações.

Estes Signos correspondem ao mês intermediário de cada estação.

Enquanto os cardinais fazem a transição entre estações, os signos fixos são firmemente estabelecidos no meio de cada estação. Há que ajustar e planear.

São determinados, capazes de se concentrar, estáveis, resolutos, económicos e majestosos.
A sua mente é penetrante e a sua memória é excelente. Alcançam resultados devagar, porém, com segurança.

Usados negativamente, podem ser teimosos, egoístas e demasiadamente presos à sua maneira particular de ver as coisas.


Mutáveis: Gémeos, Virgem, Sagitário, Peixes.

Os signos mutáveis ou comuns correspondem ao mês final de cada estação. Esta é a época em que se completa o trabalho da estação e ao mesmo tempo se planeja para a estação vindoura. Assim, estes signos desmontam as estruturas sólidas e resistentes. Introduzem o conceito do imprevisivel

São versáteis adaptáveis, variáveis, subtis, simpáticos e intuitivos. Estão conscientes da multifacetada natureza da vida. A sua mente é engenhosa e flexível.

Usados negativamente, podem ser enganosos, ladinos, inconstantes e indignos de confiança.


Os Números...


Toda a Natureza... as montanhas, os rios, as árvores, os cristais, os metais, todos os seres vivos, incluindo os humanos, são números encarnados.

Ao aprofundar esta questão, descobri que nada existe fora dos números.

Tudo é matemáticamente perfeito. A Natureza e o Universo, é todo construído sobre números que formam uma estrutura geométrica indestrutível, comparável ao sistema ósseo.

É, pois, unicamente ao nível dos princípios que as matemáticas são abstractas; no mundo criado, elas ganham carne e osso.

É provável que os matemáticos trabalhem sem saber a que correspondem, na realidade, os resultados dos seus cálculos. Acredito que um dia, eles descobrirão que todos os processos físicos, psíquicos e cósmicos são explicados pelos números e pelas suas diferentes combinações.

Também a Astrologia é uma ciência matemática, uma vez que para se obter o mapa natal há que calcular as posições dos planetas, feito através de logaritmos, fazer contas à latitude, aos graus e minutos.

Tudo no Universo é matematicamente perfeito!
1 – Este é o algarismo matemático que serve de base para todos os cálculos matemáticos e aritméticos do nosso actual sistema de numeração. É considerado o número de origem. Número masculino, representa a unidade, o poder criador. Princípio criativo único por detrás da adversidade. A abertura ao novo. Quer manipular a natureza, domesticar-lhe as energias. Simboliza o princípio que anima e coloca ao dispor todo um conjunto de novas possibilidades.
Em Astrologia a Casa I, é a projecção da nossa auto-imagem, a força da acção.

2 – Número Sagrado, é o primeiro par do percurso numerológico simples, feminino, de receptividade, de passividade e de aceitação. Simboliza a dualidade, a escolha de caminho, tanto a vida como a morte, o bem como o mal. Representa a fecundidade, o crescimento e o nascimento, o eco como se fosse o desdobramento ou a continuidade de algo.
Em Astrologia a Casa II, desenvolve a nossa individualidade, dando-lhe maior forma, substância e apoio. Os nossos recursos.

3 – Resultado do encontro das duas polaridades, do masculino com o feminino. É a manifestação da trindade. Simboliza o absoluto, a forma. Representa o passado, o presente e o futuro. Age como factor de equilíbrio. Promessa de caminho.
Em Astrologia a Casa III, revela o modo como nos relacionamos com o nosso meio ambiente, a nossa educação. Mostra a nossa mente e como comunicamos através da palavra escrita e falada.

4 – Indica a nossa orientação para a dimensão humana. Significa a fusão do espírito com a matéria. Simboliza a totalidade. Representa a lei e a ordem, assim como a base de um poder que é material; a estabilidade, a matéria, a solidez.
Em Astrologia a Casa IV, está relacionada com as nossas fundações, associada à mãe, mostra muito dos nossos padrões instintivos de comportamento. Fala-nos da nossas raizes.

5 – Número da humanidade. Simboliza a acção unitária que dirige as forças materiais, as quais devem obedecer-lhe. Representa a cura e o poder espiritual, que faz descer o sagrado sobre material; o que está vivo e existe.
Em Astrologia a Casa V, está relacionada com as demonstrações exteriores dos nossos talentos e habilidades - a expressão da criatividade.

6 – Triângulo de Fogo, com o vértice para cima – Triângulo de Água, com o vértice para baixo – Estrela de seis pontas,também conhecida com a estrela de David; desta forma o masculino e o feminino se juntam. Simboliza uma protecção divina, que guia a jornada de cada Ser. O auto-desenvolvimento.
Em Astrologia a Casa VI, aponta para o aperfeiçoamento da nossa orientação básica na vida. Ela diz-nos muito acerca da forma como usamos o nosso tempo e os nossos talentos no dia-a-dia.

7 – É a aliança entre a matéria e o divino. Representa o poder criador, o sagrado, a ligação, a unidade em equilíbrio, a sabedoria na escolha.
Em Astrologia a Casa VII é o domicilio dos relacionamentos, é onde decidimos encontrar o "outro" da nossa vida, mas também sobre a nossa própria sombra, a parte da nossa própria natureza, que é reflectida no confronto aberto que temos com os outros.

8 – Não possui começo nem fim. Simboliza o infinito. Recorda-nos a lei da causa-efeito, onde todas as nossas acções estão sujeitas a esta lei, não se devendo esperar outra coisa senão a colheita do que se semeou. Representa os ciclos eternamente renovados.
Em Astrologia a Casa VIII é a área dos grandes desafios pessoais, a muitos níveis. É nesta zona que vemos como podemos "morrer" para uma fase da nossa existência e depois renascer para a etapa seguinte.

9 – Número da iniciação. Este número tem qualidades misteriosas, pois volta sempre a si mesmo. Simboliza a própria jornada, rumo à auto-compreenção. Sabedoria e experiência, representa o destino que se concretiza lentamente.
Em Astrologia a Casa IX abre-nos para a possibilidade de um estado maior de consciência pois conecta-nos à sabedoria interior, ao conhecimento superior e à história do pensamento humano.
10 – A unidade acompanhada pelo zero. Mostra o impulso divino, perpetuando-se através dos tempos e do mundo. Simboliza a criação, exprime um retorno à unidade e anuncia uma renovação. Representa o retorno do fluxo contínuo da vida e dos ciclos da natureza.
Em Astrologia a Casa X fala-nos do que podemos conquistar em termos pessoais. Mostra os métodos e os meios através dos quais expressamos a nossa responsabilidade perante o mundo.

11 – Início de um novo ciclo, um novo impulso, um novo conhecimento, uma nova realização. Simboliza o poder e a capacidade de ser bem sucedido. Representa o triunfo da inteligência, da força sem agressão e da confiança em si mesmo. A esperança e as aspirações.
Em Astrologia a Casa XI é espicificamente o domínio da entidade colectiva conhcida como "Humanidade". O propósito, é permitir-nos saber que somos mais do que pensamos ser.

12 – Fortes ligações com as doze casas do Zodíaco. Indica os limites de tempo e da realidade com as suas doze horas e os doze meses. Anuncia a intervenção do destino para além do controlo do Homem. Simboliza a várias dimensões de actuação humanas; o longo período de assimilação e acomodação das experiências. Representa a imobilização e a incapacidade de agir perante as novas circunstâncias que a vida apresenta.
Em Astrologia a Casa XII é a menos pessoal e mais misteriosa. É a mais oculta, esotérica e espiritual detosdas as casas.
......Hoje resolvi falar sobre o simbolismo dos números!

Breve apontamento

Atingirmos o estado de sermos nós mesmos, é a realização gradual de funções e capacidades do plano Universal.

Tornar-me um Ser único, é aceitar o meu verdadeiro Eu… aceitar o mais íntimo de mim, numa tentativa propositada de Ser, mesmo que isso signifique a oposição às “obrigações” colectivas... “Eu Sou!”


… significa um processo psicológico evolutivo que realiza a disposição de eu ser, definida, única, essência divina.



Não pode ser visto como egoísmo, uma vez que, ao realizar esta particularidade da minha natureza, como unidade viva, estou a realizar, ou melhor dizendo a cooperar com os factores universais e colectivos.

Este conceito foi-me transmitido e ensinado por Carl Jung in, Two essays on analytical psychology


Para mim, isto é, sinónimo de astrologia.


Quando olho e entro dentro de um mapa natal, sinto a essência daquela pessoa, analiso os seus potenciais e as suas dificuldades e, tento orientar o que deve ser explorado, vivenciado e transmutado, de forma a que possa ser feito esse processo evolutivo.

Ao deparar-me com os bloqueios existentes, tento trazer à consciência de cada um, que eles existem para serem reconhecidos, aceites e integrados conscientemente, retirando toda uma aprendizagem e vendo a beleza de cada nó, porque é através deles que se chega à essência.

Fomos todos padronizados, nesta sociedade de consumo em que escolhemos viver, temos que marcar a diferença.
É pelo estudo e reconhecimento da fotografia da nossa alma – mapa natal – que podemos seguramente identificar, entender e atingir a nossa individualidade, como seres divinos que somos.
É através do nosso mapa natal que estudamos a nossa singularidade.

Devemos render homenagem, a nós próprios, quando entendemos e nos aceitamos, uma vez que ao mesmo tempo estamos dentro de um todo…
O conjunto de planetas que forma a nossa galáxia, e que de cada um temos um elemento, torna possível a alquimia, tornando-nos “únicos”, mas ao mesmo tempo iguais, no Cosmo que nos circunda.

É por tudo isto e muito mais que Amo a Astrologia.

Assim na Terra como no Céu


Auto-análise e auto aperfeiçoamento. Aprendizagem pelo serviço. Saúde e somatização - versus - O espaço de comunicação com o mundo interior. O absoluto que o exterior não pode devolver. Necessidade de integração num contexto espiritual.

Estas duas casas indicam-nos o caminho – o principio fundamental da astrologia a funcionar – “…assim na Terra como no Céu.”
A Astrologia pode ajudar cada um de nós a encontrar o seu lugar na vida, porque esta ciência milenar, revela que “Somos um reflexo do Todo”.

A Casa XII é a guardiã desta verdade. É a mais oculta, esotérica e espiritual de todas as Casas. Considerada também a Casa do Carma, revela-nos o que está guardado em anteriores passagens por aqui…

“A Casa VI pede-nos que respeitemos e reconquistemos a “perfeição da nossa natureza original”, que nos tornemos o que somos (nem mais nem menos), e que vivamos isso em nossas vidas de cada dia. Nossa verdadeira vocação é sermos nós mesmos.” in, As Doze Casas de Howard Sasportas

Esta é, portanto, a casa do auto-desenvolvimento.
Ela mostra que ferramentas, métodos, técnicas e processos, podemos usar para nos aperfeiçoarmos.

Às actividades criativas de auto- expressão da casa cinco, a Casa VI, trás definição, isto é, para que o nosso processo seja consciente e produtivo, há que eliminar o que está gasto e desactualizado. É também por isso que está associada à nossa saúde.

Para além de nos mostrar o que devemos eliminar, esta Casa diz-nos o que devemos acrescentar, de forma a ampliarmos a nossa criatividade e melhorarmo-nos. É pois, o aperfeiçoamento da nossa orientação básica na vida e para os processos que servem para aumentar e definir de forma mais precisa a nossa individualidade.

A Casa VI explora o relacionamento entre o que somos dentro de nós e aquilo que nos rodeia – a correlação entre o mundo interior da mente, sentimentos e o mundo exterior da forma e do corpo. Tudo provém da conexão corpo-mente.

A Casa VI diz-nos muito acerca da forma como usamos o nosso tempo, a nossa energia e os nossos talentos na vida do nosso dia-a-dia. Revela-nos como encaramos os desafios e os aspectos rotineiros, diários.

Na Casa XII, o duplo processo da dissolução do ego individual e a fusão com algo maior que é o self, é sentido e vivenciado, não via mente ou intelecto, mas como o nosso coração e a nossa alma. Como diz Chistopher Fry: “O coração humano pode ter a amplitude de Deus.” in, As Doze Casas de Howard Sasportas

Esta é a menos pessoal e mais misteriosa Casa do horóscopo. À medida que crescemos em consciência, nos individualizamos e evoluímos, descobrimos que a visão de nós próprios como entidades separadas (O Ascendente) vai dando lugar a uma maior consciência do Universo em que vivemos, respiramos e temos o nosso Ser.

A Casa XII leva-nos novamente para a primeira casa, para nos dizer – “por muito difícil que seja de conceber, cada um de nós é em si mesmo, um Universo.
É por conseguinte a Casa das nossas riquezas interiores, dos nossos recursos escondidos e até dos nossos anjos da guarda.
É a nossa reserva interior de “sorte”, mas também o local da nossa autodestruição.
Isto porque presas aos nossos recursos internos estão as nossas maiores fraquezas.
Mesmo ao lado das nossas entidades protectoras estão os nossos piores inimigos.

A Casa XII, tal como a própria natureza da vida, está repleta destas intrigantes questões. Mas tem também as respostas!

A Casa VI examina as milhares de foA Luz do conhecimento, é um portal que conduz à Sabedoria da Alma

A Casa VI é pragmática, lógica e preocupa-se com as realidades do dia-a-dia, enquanto que a Casa XII aspira transcender tudo o que é mundano.

Então temos que especificar, aprimorar e aperfeiçoar a nossa natureza, competências e capacidades naturais, na Casa VI, nadando nas águas da Casa XII sem nos afundarmos.
Assim isto é simples: planeamos a vida, na Casa VI e fluímos com ela, na Casa XII.
A Luz do conhecimento, é um portal que conduz à Sabedoria da Alma

A consciência....


... o brilho terreno... divino
As Casas V e XI correspondem aos signos Leão e Aquário - Sol e Urano.
Estas são as casas onde se é feliz.

A função do Sol em nosso Sistema Solar é dupla: ele brilha e aquece, dando calor e vida à Terra, mas serve também como principio organizador central, ao redor do qual orbitam os planetas. Neste sentido i Sol nosso luminar mais rico e importante, representa o nosso Eu, o centro da consciência ao redor do qual os diversos aspectos do self circulam; e Urano, que é a iluminação interna, pode considerar-se um 2° sol, uma vez que ilumina não apenas o nosso ser, como também faz brilhar a luz da consciência e traz a compreensão, de que fazemos parte de uma grande família, a humana, e tem como fim inserir-nos a todos no contexto Universal.
Nada pode ser compreendido isoladamente, mas sim como funções de um sistema completo.

A polaridade, a oposição, o contraponto, amor / amizade deve existir para as relações serem plenas.
Amor sem amizade não dura nada, é fogo de palha, mas pode deixar marcas e feridas no corpo e no espírito.

A casa V é onde há romance, amor, criação, gosto pelo belo, os filhos e toda obra criativa artística.
Na Casa V, a relação é mais pessoal, é a sedução, o abrir a cauda do pavão para agradar ao outro propositadamente, embora este propósito tenha uma das mais lindas qualidades: a espontaneidade e inocência.
Aumentamos e realçamos nossa única identidade e exercitamos nosso próprio poder através da emanação criativa desta casa.
O Sol emite luz e calor todo o tempo, é a sua natureza - aquecer e entusiasmar, criando beleza.

A casa XI, representa os nossos amigos, o nosso prazer de pertencer a um grupo, as honras e benefícios que recebemos, os netos e enteados, e a alegria de sermos quem somos de verdade, com toda a originalidade da nossa individualidade.
É na Casa XI, em Aquário que brilhamos verdadeiramente, por mais paradoxal que isto seja. A evolução impele a níveis cada vez maiores de complexidade. O desejo de sermos algo maior do que somos tem de ser acompanhado pela capacidade de considerar novas e diferentes possibilidades.

É esta lateralidade que faz que nos sintamos bem e em paz com o que e quem somos, quando conseguimos expressar e enriquecer a diversidade da vida com a riqueza do nosso Eu particular, sem pensar se isto irá impressionar os outros ou não, então sim, atingimos um nível acima, na evolução planetária, que é o que nos pede Urano!

Quando conseguimos equilibrar os princípios do Sol e de Urano, podemos dizer que ATINGIMOS.
Somos vitoriosos e felizes - somos belos e livres - amamos todos e estamos amando-nos a nós mesmos e a vida.
É um trabalho para todos os dias.
Reconhecer, perdoar e pedir perdão, mesmo que seja no silêncio do coração, o órgão humano regido por Leão, considerado o rei em quase todos os mitos.