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Continuando a explorar o tão famoso quadro de Leonardo da Vinci - A última ceia - eis agora uma breve análise astrológica "da posição dos apóstolos na "Última Ceia de Cristo", feita pelo Vitorino de Sousa no seu livro - Dicionário de Astrologia, editado pela Angelorum em 2005.

Simão é o primeiro a contar da direita. Por corresponder a Carneiro, é, precisamente, a cabeça que sobressai da figura: a fronte altiva, o cabelo curto, o nariz adunco, tipicamente marciano, e a barba pontiaguda, acerada como a espada do Deus da Guerra (Marte). Ele está no topo da mesa (é o primeiro.), encabeçando o primeiro grupo de três apóstolos.... como se ele fosse o chefe daquele pequeno grupo.

Judas Tadeu é o segundo a contar da direita. Touro rege o pescoço e os ombros. Partindo daqui, é interessante verificar que Leonardo da Vinci pinta esta figura de forma a que seja precisamente essa zona do corpo a receber mais luz. O cabelo, farto, está atirado para trás. O decote da camisa, repuxado, expõe uns ombros que se adivinham largos e robustos. inclina a cabeça na direção de Simão (Carneiro, no topo da mesa), mas o olhar desconfiado não encara nenhum dos companheiros, parecendo avaliar de onde poderá vir o golpe que porá em risco a sua segurança.

Mateus é o terceiro a contar da direita. A dispersão de Gémeos é representada por esta figura que olha para Simão e aponta para Jesus. Mais uma vez, Leonardo da Vinci faz ressaltar a zona do corpo respeitante ao signo: os braços e as mãos. Além disso, o período da vida associada a Gémeos - a juventude - é bem patente nas feições de Mateus, sem dúvida o mais novo de todos.

Filipe é o quarto a contar da direita. A doçura de Caranguejo está aqui personificada neste apóstolo. De pé, demonstra intenção de fazer alguma coisa e recolhe as mãos fofas sobre o peito, numa atitude de acolhimento. Inclina ternamente a cabeça, mostrando um rosto cheio, onde reina um olhar doce, só possível em quem reparte a dor daqueles que ama!

Tiago Menor é o quinto a contar da direita. Leão manifesta-se na postura teatral deste apóstolo que abre os braços e expõe o coração, órgão do Leão. O recuo do queixo parece reforçar a exposição do peito. Se repararmos, parece fazer uma barreira com os braços, impedindo que Filipe, de pé, e Tomé, com o dedo crítico (Virgem) espetado como que acusando, lhe tomem a dianteira e se aproximem de Jesus: ele quer estar "na primeira fila"!

Tomé é o sexto a contar da direita. Sabe-se que Virgem é excelente a encontrar defeitos... e é o que este apóstolo parece estar a fazer. Repare que, enquanto símbolo da modéstia e da humildade, ele está atrás de Tiago Menor (Leão). Só se lhe vê a cabeça (sede do intelecto (Mercúrio, seu regente) e o dedo espetado, símbolo da chamada de atenção de quem acha que nada está como deve ser. Tem os olhos muito abertos de ansiedade e inquietação, como a querer perceber tudo o que está implicado na decisão do Mestre. Parece dizer-lhe: "Isso não está certo; vê lá o que vais fazer!"

João é o sexto a contar da esquerda. O sentido de partilha de Balança é retratado através deste apóstolo que une os dedos ao entrelaçar as mãos (!) e se inclina para Pedro (Sagitário) parecendo ouvir a opinião dele. Ao mesmo tempo, essa inclinação do corpo desvia-o para o lado contrário de Simão (Carneiro, seu oposto complementar). Notar, também, as feições calmas, belas e femininas (Venusianas), da figura, e o ar de ponderação e meditação sobre o que está a ouvir.


Judas Iscariotes (Escorpião) é o quinto a contar da esquerda. Ele é o tesoureiro dos apóstolos. Por isso, Leonardo da Vinci representou-o com uma bolsa de moedas na mão. Esta bolsa encerra, porém, uma dupla significação, na medida em que pode ser vista como contendo as 30 moedas associadas "à venda" de Jesus. No entanto, sem essa "traição" não teria havido a morte e a ressurreição do Mestre, morte e ressurreição, essas que são, precisamente, as duas palavras-chave de Escorpião. Aliás segundo consta, Jesus terá dito a Judas: "Vai e faz o que tens a fazer." No quadro este apóstolo, encara o Mestre com olhar penetrante, enquanto, com a mão direita segura firmemente a bolsa. A mão esquerda faz um gesto que pode ser interpretado com "É, então, chegada a hora?"

Pedro é o quarto a contar da esquerda. Leonardo da Vinci personifica a sabedoria de Sagitário neste apóstolo. Não é por acaso que foi o redactor da Lei da Igreja. Além disso, foi Papa, a mais alta figura da religião e veículo da filosofia de Jesus, seu Mestre. No entanto, Sagitário é o centauro, meio homem, meio animal. Então, vemos o lado instintivo (animal) de Pedro segurando um punha com a mão direita, debruçando-se fogosamente sobre Judas Iscariotes, que se afasta para dar espaço à corpulência do companheiro. Contudo, o punhal não ameaça o Mestre; a arma está virada no sentido oposto, aparentemente assustando André (Capricórnio) que leva as mãos à frente como quem diz: "sossega, eu nada tenho a ver com isto!"
Desta atitude de Pedro ressalta bem a vontade de defender Jesus, nem que seja preciso recorrer à força.

André (Capricórnio), o terceiro a contar da esquerda, é sem dúvida, o mais idoso do grupo (Saturno, associado à velhice). Mostra a face seca, a boca austera e expõe as mãos ossudas e esqueléticas com os dedos nodosos (note a relação de Saturno com o esqueleto e as articulações). Esta postura das mãos, parece dizer que "defende a sua posição", que rejeita qualquer coisa, provavelmente a responsabilidade de estar envolvido na resolução que o Mestre tomou. André com este gesto de afastamento, típico de quem se "põe de fora", contrasta com o gesto acolhedor de Filipe, (o quarto a contar da direita, Caranguejo, seu oposto zodiacal).

Tiago Maior (Aquário), o penúltimo, da esquerda. Simbolizando a amizade, ele tem o braço esquerdo rodeando André (Capricórnio), mas apoia a mão no ombro de Pedro (Sagitário) que segura um punhal. O gesto de Tiago Maior poderá querer dizer: "Meu amigo, vê bem o que pretendes fazer". Se repararmos, ele é o único que toca ostensivamente o corpo de outro apóstolo. Amizade e amor, baseados na semelhança de perspectiva, são os tópicos principais que ressaltam da sua postura.

Bartolomeu, é o primeiro da esquerda. Recordemos que Peixes (Era do Cristianismo) rege os pés. Olhemos então para este apóstolo, o único a ter os pés fora da zona de sombra. Só neles bate a luz! Por outro lado, no quadro, só duas figuras parecem estar levantadas, o que neste caso, poderá significar um impulso de movimentação em direcção a Jesus, obviamente para o apoiar, para mais de perto lhe passarem a sua compaixão. Ora esses dois apóstolos são, precisamente, Bartolomeu e Filipe (o aº da direita), representantes de Peixes e Caranguejo, respectivamente, porventura os signos mais piedosos da roda zodiacal.
(há até quem diga que Peixes é a "Cruz Vermelha" do Zodíaco!)

Repare-se, ainda, que Bartolomeu está aparentemente calmo e lança um olhar abrangente sobre a agitação que se instalou na mesa, tentando apreender e assimilar as reacções dos restantes companheiros. Peixes, o último signo e o fim do Inverno, corresponde ao mês que antecede a Primavera, o início de um novo ciclo. Ao invés, a sua polaridade, Virgem, representado pelo franzino e nervoso Tomé (à esquerda de Jesus), é tão "ver para crer" que se atreve a levantar o dedo crítico mesmo na cara do Mestre!


Doce Amor

"Nenhum rumor. 
Nenhum frémito de asas.
Nada perturba a noite bela e calma.

E dormem os rosais, dormem os cravos.
Dormem as abelhas sobre o mel dos favos.
... e dorme, na minha alma, a tua alma."


Sofia de Melo Breyner

A face do bem e do mal


Muito se tem escrito acerca da obra de Leonardo da Vinci. Hoje escolhi este quadro da "Última Ceia de Cristo", para vos contar a lenda que se conta acerca desta obra.

Ao conceber este quadro, Leonardo da Vinci, desejava retratar o bem e o mal, e, deparou-se com uma dificuldade, faltavam-lhe os modelos. Parou a meio da obra para tentar encontrar os rostos ideais para demonstrar o que pretendia.

Certo dia, enquanto assistia a um coral, viu num dos cantores a imagem perfeita para simbolizar Cristo (o bem), e convidou-o para ser seu modelo, reproduzindo assim, os seus traços, em esboços.
O tempo foi passando, dizem que 3 anos, a obra estava quase pronta, no entanto faltava a Leonardo da Vinci, encontrar o modelo para representar o mal (Judas Iscariotes).

O responsável pela igreja começou a pressionar, e a exigir que terminasse... o pintor continuava a procurar um jovem que estivesse esfarrapado, bêbado, que prematuramente tivesse um aspecto envelhecido, em todos os sem abrigo, e finalmente encontrou um mendigo com todas essas características. Pediu que o levassem à igreja e copiou as linhas do pecado, do egoísmo, tão bem marcadas no rosto do mendigo, que mal se mantinha em pé.

Quando terminou, já o jovem se tinha refeito da bebedeira e abriu os olhos, comentou: - Eu já vi este quadro antes!
Quando? - perguntou surpreso Leonardo da Vinci.
- Há três anos atrás, antes de perder tudo o que tinha. Numa época em que cantava no coro e tinha uma vida cheia de sonhos. Fui convidado para ser modelo da face de Jesus.

Moral da história:
O bem e o mal têm a mesma face! Tudo depende apenas das decisões que tomamos na VIDA...




Transmutar e Integrar

NeptunoDesde 2009, que Neptuno e Quíron caminham juntos. Esta caminhada proporciona um mundo mais consciente, mais inclusivo, mais humano e espiritualizado.


Quíron entrou em Peixes o ano passado e Neptuno acaba de o fazer - regressou a casa.
E, vem acentuar as características do signo do Amor Universal.
peixes simboliza a dualidade dos sentimentos, os dois polos da vida e da morte, com um Peixes que segue para Neptuno, enquanto outro segue para Plutão.
O medo é um velho sentimento, tal como o amor, da forma que foi vivido até aqui. o que nos é pedido, agora, é reconquistar um novo sentimento - Amor Incondicional - a paz interior, que é uma conquista da unidade das águas.


Neptuno, é a expressão do arquétipo de Unidade, além da qualidade da Alma. Os arquétipos são conceitos que estruturam a memória da alma. 


É importante que saibamos definir e tranquilamente viver a crise com lucidez.
As crises servem para regenerar. Esta nova Era chega para deitar abaixo 2000 anos de "trevas".


Neptuno, é um dos planetas do sistema solar que não se vê a "olho nu", e por isso está associado com a parte da mente que não conhecemos - o subconsciente.
Neptuno, rege a nossa hiper-sensibilidade, o astral, ou seja o que a realidade não mostra. É a percepção extra-sensorial, que todos possuímos, e que nos pode conduzir a captar a Alma.
A alma é o que em nós sente, o espírito é o que em nós fala.


Neptuno rege as habilidades psíquicas que nos capacitam a ver o que não está escrito, ouvir o que não está dito, perceber outras dimensões, captar a totalidade; liberta da ilusão de uma existência separada e "obriga" o particular a fundir-se no colectivo. É a inspiração, a mediunidade. Inclusão é a palavra de ordem daqui para a frente.


Neptuno tem a capacidade de alquimizar, misturar, fundir ou ainda dissolver assuntos, elementos, actividades e produzir resultados inesperados. Tem a visão de conjunto, compreende o todo e a interdependência dos elementos em jogo; leva em consideração a sociedade como um todo, assim como a multiplicidade de assuntos que se inter-relacionam.


É preciso atravessar o deserto para descobrir o oásis (paz interior).
A viragem que temos de fazer é conhecermo-nos, individualizarmo-nos, para unificar.
No entanto, nem tudo são flores, porque Neptuno também está associado à ilusão, à fantasia, aos disfarces e enganos, à falta de limites e ao escapismo.


O que nos é pedido neste momento, é que façamos a transformação psíquica para a Luz. Não vai mais ser possível evitar a verdade dos sentimentos - positivos ou negativos, incomodos ou pacificados.


Neptuno em Peixes é o apelo que irá dinamizar a nova Humanidade. Ele vem ensinar que não devemos estar uns contra os outros. 
Neptuno não pede critica ou julgamento, pede silêncio, pede o grande SIM da Alma.



Ho'oponopono

Ho’oponopono é um dos métodos de auto-cura mais efectivos que existe, porque se baseia no amor expresso através das palavras para chegar até ao subconsciente, que é onde residem as memórias que obstaculizam os processos vitais.

Ho’oponopono, que significa “tornar correcto”, é uma técnica havaiana que se baseia no perdão.
A identidade própria através deste processo Havaiano de solucionar problemas, liberta as memórias ou programas que temos gravados no nosso subconsciente.
Essas memórias são activadas pelos nossos pensamentos. A mente é uma máquina de pensar.
Pensa milhões de pensamentos por dia, assim como o coração é uma máquina de pulsar.
Só temos consciência de uma minúscula parte destes milhões de pensamentos.
Quando um pensamento vem à mente, mesmo sem nos apercebermos, activa, automaticamente, uma memória guardada no nosso subconsciente, que se manifesta como um problema.
Problemas são memórias que se repetem ao longo de nossas vidas; quando temos consciência que somos 100% responsáveis por tudo o que manifestamos na nossa vida, aceitamos os nossos problemas como sendo uma oportunidade para limpar, ou seja, limpá-los de nossa vida.

"Podemos recorrer à Divindade que conhece o nosso projecto pessoal, para a cura de todos os pensamentos e lembranças, as memórias que estão nos segurando neste momento." (Dr. Stan Hew Len)

Eu não preciso saber o que é, e nem sentir culpa, já que não sei o porquê de activar esta memória, e que se manifestou como um problema na minha vida. Quando tento resolver os meus problemas, posso falhar, porque automaticamente, eu irei activar mais uma memória do meu passado ou de meus antepassados.

Numa altura de grandes mudanças como a que estamos a passar, é-nos pedido que nos remetamos ao nosso centro, ao nosso coração, de forma a podermos edificar as estruturas em que queremos que a vida neste mundo se fundamente.
A técnica do Ho’oponopono é tão simples quanto poderosa, auxiliando-nos imensamente a nos libertarmos do peso das emoções de baixa frequência, permitindo que o espaço deixado pela libertação dessas emoções corrosivas seja preenchido com os atributos associados à oração do Ho’oponopono. 
As frases são dirigidas à Divindade que há em ti, ao Deus/Deusa, que tu és!

Quando deixo a Inteligência Divina resolver este problema, aparece a solução perfeita.
Como eu não sei o que é melhor para mim, deixo a Inteligência Divina dar-me a resposta certa.
Como ?
Admitindo que sou 100% responsável por tudo o que manifesto na minha vida, e perguntando-me:
- o que se está a passar em mim que estou a manifestar este problema?

Dizendo a mim mesma: -  Sinto muito
                                      Perdoa-me
                                      Amo-te
                                      Sou Grata

O meu entendimento da oração consiste na análise sentida de cada afirmação, que se desdobrou no seguinte:
Eu sinto muito – por eu ter manifestado este problema na minha vida, já que sou 100% responsável por ela.
Sinto muito não como forma de culpa, mas sim, como um convite a sentir muito o que faz parte de mim. Da expressão associada ao que normalmente se chama de arrependimento, e ao qual está associado uma conotação de culpa, interpreto como um reconhecer o “erro”, como um estado de atenção que me permite conscientemente conceber uma forma mais positiva de fazer as coisas. Então, não será reconhecer o erro em si, mas a possibilidade de me continuar a dedicar para fazer melhor, trabalhando a vontade de me manter fiel em encontrar as soluções que são melhores para mim, e ao mesmo tempo para os outros, libertando-me do peso do erro, não atribuirei culpa a mim própria, mas abrir-me-ei às possibilidades maiores da minha essência bondosa e infinita. Sinto muito a verdade do coração.

Perdoa-me – peço perdão a mim mesma e assim liberto-me.
O perdão é muitas vezes confundido com “esquecer". Mas se dividirmos a raiz da palavra na sua composição, encontraremos per e donare;
Dado que perdoar é uma acção que não está limitada ao tempo e ao espaço, mas que é suposto libertar de um estado de culpa, que prende a essa redoma de espaço e de tempo em que uma acção qualquer decorreu, Per, pode significar o que envolve, o que atravessa, o que é permeável e, Donare significa dar, doar, entregar. Assim, perdoar, significará – através do que envolve a situação -, que é o foco de atenção consciente, ser permeável e doar.
No fundo, não importa o que envolve toda a situação que nos remete ao perdão; se temos a capacidade de reconhecer que algo nos atravessa, nos envolve, e é permeável para nos deixar manifestarmo-nos através do livre arbítrio a todo o momento, seremos mais capazes de ser nós também mais permeáveis e deixar fluir todos os acontecimentos que se dão na nossa vida, vendo-os como oportunidades para nos devolvermos a esse fluxo que tudo nutre e tudo abarca, que tudo é.

Amo-te – porque sei que sou parte do Divino e assim sendo, perfeita em minha origem.
O amor aqui presente é o amor que tudo abarca, e não apenas o limitado amor romântico que muitas vezes rouba o lugar do amor sem condições na inconsciência de quem assim o limita. Amor é a força que nos permite manifestar conscientemente e de permitirmos à consciência de se reconhecer a si mesma através de nós e das nossas escolhas; através da capacidade que podemos desenvolver, e que a nós é inata, de reconhecer que tudo nos é dado, mas nada é realmente nosso; entenderemos que tudo o que nos é cedido serve o propósito de experienciarmos a vida de forma consciente e plena, para que possamos dar em retorno, fazer o retorno à estrela maior de onde viemos.
Só com Amor é possível perdoar (assim como só com perdão, é possível amar) e se invoco o perdão estou a invocar Amor. Um vive dentro de, e com o outro!

Sou grata – por este problema se ter manifestado na minha vida, assim eu tenho maior oportunidade para limpá-lo.
“Agradeço por este problema ter sido resolvido repetindo estas palavras, que são as palavras-chave para se chegar ao subconsciente. Liberto estas memórias dolorosas que provocaram problemas na minha vida, e nas vidas das pessoas envolvidas com este problema.”

Porque não somos mais gratos?
Será que sabemos que essa inteligência que nos anima, nos faz respirar a cada segundo, faz o nosso coração bater, permite as trocas gasosas, a replicação celular, a geração de energia, a digestão, a produção de hormonas, está sempre connosco?
- Eu, não preciso pensar que quero mexer as pernas para andar, simplesmente ando; de igual forma, não preciso de fazer nada para ver, cheirar, ouvir, sentir…. É só aceder a essas capacidades que me são dadas por natureza.

Somos seres compostos por triliões de células, que por sua vez, são seres individuais e precisam de ser nutridos com esse manancial de vida; 6,5 biliões de seres humanos em desenvolvimento constante, mais os outros animais, vegetais, minerais, tudo dentro de um planeta – Mãe Terra -, que está num sistema solar, numa galáxia composta por cerca de 100 biliões de sistemas solares, num universo composto por cerca de 100 biliões de galáxias, do qual não se sabe nem o principio nem o fim… estimando-se que este universo se criou a partir de apenas 1% da totalidade da existência de onde partiu o chamado “big bang”… e, sabe-se lá quantos universos existem…

Será que posso sentir-me um pouco mais grata pelo tanto que recebo a todo o momento, abrindo-me à possibilidade de dar continuidade a essa doação que acontece desde o inicio da criação e permite que tudo se manifeste hoje, agora?...
Então, se amo, sou consciente do Amor que me nutre a todos os momentos e me permite experienciar esta vida e redescobrir-me no seio de SI MESMO – AMOR!


EU SOU A POSSIBILIDADE DE O DIVINO SE CONTINUAR A MANIFESTAR ATRAVÉS DESSA FORÇA QUE TUDO MANTÉM CONSCIENTE DE SI, COESO, HARMÓNICO, AMENO, EQUILIBRADO, EM ESTADO DE PAZ!

Deixo a sugestão de podermos, no final da oração, afirmar com a consciencialização e vocalização “Assumo a responsabilidade
Ao contrário da forma como antes sentia e via a responsabilidade, e como grande parte das pessoas a sente e vê, como algo duro, severo, que tem de ser cumprido, decidi fazer o mesmo exercício de sentir a expressão e a interpretação a que cheguei…  A palavra responsabilidade divide-se em 2 termos raiz:
Responsa + Habilidade = Capacidade de resposta

Hoje, com a experiência que tenho e que é mais que a de ontem, tenho a responsabilidade de ter uma visão mais alargada, e uma forma de agir mais focalizada, o que me permite ter uma capacidade de resposta diferente da de ontem. Cabe-me a mim escolher – o que quero eu, construir em vida?... Como sinto o Divino dentro de mim?... Que limites estou disposta a assumir que não existem para que Deus se expresse através da minha vontade de Ser una com Ele?

Assim, Ho’ponopono é uma questão de ir além dos meios tradicionais de acesso ao conhecimento sobre nós mesmos. 


(inspirei-me no texto de Joe Vitale e de Aho Metakuye Oyasin, para escrever)

Partilha



Neste mês de Fevereiro, a oposição de Vénus a Marte, vai estimular o mundo emocional.


Saturno vai estar retrógrado em Balança; Saturno é com muita frequência e erradamente, classificado como um planeta mau. Na verdade, os posicionamentos e os aspectos deste planeta têm o efeito de grandes desafios. Mas isso deverá ser entendido como uma acção pedagógica. 
Saturno ensina a aprender grandes lições na vida. Induz ao método, à disciplina, à ponderação e à responsabilidade.  Exige tenacidade suficiente para não baixar os braços, encontrar as vias mais adequadas para ultrapassar as limitações e ser um verdadeiro guerreiro.


Uma casa por onde Saturno esteja a transitar representa uma área de vida com muitas tensões. Torna-se necessário analisar e reestruturar os assuntos dessa casa porque é aí que alguma coisa está a falhar. Esse efeito é tão forte que por vezes há a tendência de encarar todos os problemas com espírito fatalista, como um azar sobre o qual nada se pode fazer. A solução está em resolver da forma mais adequada os problemas relativos a essa casa ou da casa oposta. 
Saturno em Balança, é a vida a perguntar: - De que lado é que estamos?... Onde nos posicionamos perante a vida?.... Onde nos colocamos?...


É o momento de entrar em nós, construir ou reafirmar o relacionamento com a alma.

Vénus vai entrar em Carneiro e fazer conjunção a Urano, pelo que vamos sentir a necessidade de redefinir prioridades no que diz respeito a relacionamentos e parcerias. É a oportunidade para repor a verdade individual, uma vez que a vida está a propor uma libertação.
De facto nós somos agentes transformadores da realidade, co-criadores e participantes na construção do mundo em que vivemos, simplesmente pelo conhecimento de quem somos.
Este é o momento de enfrentar os próprios medos, fazer o desapego de pessoas e situações, perder o controlo e entregar, confiando que tudo tem um propósito, e que esse propósito é sempre para a evolução.


Este mês é para olhar em frente e dar passos firmes neste caminho de auto descoberta, podendo depois partilhar com os outros esta nova visão do mundo.

É tudo uma questão de Atitude!

O fato de alguém querer muito a nossa atenção não nos obriga a aceitar a sua aproximação. Ao insistir nesse objectivo, mesmo que nos ame, estará a ser prepotente e egoísta.
Acredito que é direito legítimo de cada um falar ou não, com qualquer outra pessoa. O facto de ela querer muito a nossa atenção não nos obriga a aceitar a sua aproximação. 


Posso, se assim o entender, recusar a aproximação de uma pessoa, mesmo que ela me venha oferecer o melhor negócio do mundo. E o facto de uma pessoa me amar também não a autoriza a nada! Não pode, apenas por me amar, desejar que eu a queira por perto.
Ao forçar a aproximação com alguém que não esteja interessado nisso, a pessoa estará agindo de modo agressivo, autoritário e prepotente. As boas intenções não alteram o carácter prepotente da acção. Na verdade, egoísta é quem quer ver a sua vontade satisfeita, mesmo se isto for unilateral. Esta atitude, mostra que não está a ligar o mínimo para o que o outro sente e deseja.

O mesmo raciocínio vale para os amigos. Não tem o menor sentido ir à casa de um amigo para lhe dizer o que pensa, de uma determinada atitude dele, que não lhe diz respeito, mesmo que não tenha gostado ou aprovado, ele não lhe perguntou nada! Ainda que goste muito de si, talvez não queira saber a sua opinião. Talvez não deseje saber a opinião de ninguém! É direito dele. 
Pode também acontecer o contrário: a pessoa desejar a sua opinião e recusar-se a dá-la. Aí é o outro quem tem de respeitar o seu direito de omissão. Não vale a pena usar a frase chavão, do tipo: "Mas nós somos tão amigos e temos que dizer tudo um ao outro". É assim que, com frequência, se perdem bons amigos. É preciso ter cuidado com o outro, com o direito do outro. Não basta ter vontade de falar. É preciso que o outro esteja com vontade de ouvir. Pode tornar-se inconveniente e agressivo quando se dizem coisas que os outros não estão a fim de ouvir.
Raciocínio idêntico vale também para as relações íntimas - entre parentes em geral; marido e mulher em particular. Nesses casos o desrespeito costuma ser ainda maior. As pessoas dizem e fazem tudo o que lhes passa pela cabeça. É um perigo. Elas não param de se ofender e de se magoar. Acreditam que, só porque são parentes, têm o direito de falar tudo o que pensam, sem se preocupar como o outro irá receber aquelas palavras.
Toda a relação humana de respeito implica a necessidade de se imaginar o que pode magoar gratuitamente o outro. É necessário prestar atenção ao outro, para evitar agressões, mesmo involuntárias. Quando as pessoas falam e fazem o que querem, sem se preocupar com a repercussão sobre o outro, é porque nelas predomina o egoísmo ou o desejo de magoar. 
Ainda de referir, a importância e o peso da palavra, que quando dita, jamais é recuperada.

Auto-conhecimento e Meditação



Em filosofia, o auto-conhecimento ou conhecimento de si é um objecto de investigação epistemológica ou é a finalidade de uma busca de natureza ética.
Quando visto como objecto da investigação epistemológica, o que se busca é a explicação de como e o que é conhecido. Quando visto como projecto ético, o que se busca é a realização de algo que leve a pessoa a ser mestre de si mesma e, consequentemente, um ser humano melhor.
O autoconhecimento algumas vezes é obtido através da meditação.


A própria palavra se define: medir a própria acção.


Às vezes sentimo-nos proibidos de ser felizes e de nos sentirmos livres. Há uma saudade imensa de algo que procuramos fora e que na verdade se encontra dentro de nós. Podemos tornar-nos conscientes, através da meditação, da nossa própria luz divina e completarmo-nos; não mais sentir saudade dessa parte que nos falta, pois essa parte, está dentro de cada um de nós.


“Meditação é aventura, a maior aventura que a mente humana pode empreender. Meditação é simplesmente Ser, sem fazer nada, nenhuma acção, nenhum pensamento (pensar também é um fazer, concentração também é um fazer, contemplação também é um fazer), nenhum sentimento, apenas Ser – Puro prazer.” Osho




A arte secreta da alquimia reside na transformação da personalidade. Qualquer pessoa envolvida no seu próprio desenvolvimento psicológico e espiritual é um alquimista.

O processo alquímico fala da transformação da alma. É algo que ocorre todos os dias, em todas as fases da vida, com todas as pessoas. Só que não estamos conscientes disso”, diz Marcus Quintaes, psicanalista junguiano que, a exemplo de muitos seus colegas, estudou as modificações na psique durante o processo de psicoterapia e as relacionou com as fases alquímicas.

A meditação encontra-se no meio de dois pólos; a concentração e a contemplação. É comumente associada a religiões orientais. Há dados históricos comprovando que ela é tão antiga quanto a humanidade. Não sendo exactamente originária de um povo ou região, desenvolveu-se em várias culturas diferentes e recebeu vários nomes, floresceu no Egipto (o mais antigo relato), Índia, entre o povo Maia, etc.


Apesar da associação entre as questões tradicionalmente relacionadas à espiritualidade e essa prática, a meditação pode também ser praticada como um instrumento para o desenvolvimento pessoal em um contexto não religioso.

Quando a melhor opção é simplesmente parar

Ah, o prazer de relaxar! Relaxar o corpo ajuda até a relaxar a mente. E já foi comprovado que a meditação tem uma série de benefícios para o seu sistema corpo-mente. Relaxar ajuda a meditar e meditar relaxa.



O conhecimento de si distingue-se do conhecimento de outras coisas (as coisas exteriores ao sujeito) por ser imediato, no sentido de não depender de evidências. Pode dizer-se que o autoconhecimento é fruto da introspecção. O sujeito tem acesso privilegiado aos próprios pensamentos, isto é, conhece os próprios pensamentos de uma maneira que os outros usualmente não conhecem. Tal acesso privilegiado é a marca da autoridade da primeiro pessoa, pois usualmente o que o sujeito diz sinceramente que pensa deve ser considerado como o que ele pensa, enquanto o que uma outra pessoa diz que o sujeito pensa usualmente não é um relato que desfrute da mesma autoridade.

Filósofos como Platão, Spinoza, Freud, fazem parte de uma tradição que vê o auto-conhecimento como uma conquista ou realização que traz saúde e liberdade para a pessoa. Esse projecto ético tem suas raízes no dito do oráculo de Delfos que tanto influenciou o filósofo Sócrates: Conhece-te a ti mesmo.

De acordo com essa tradição, o auto-conhecimento é uma realização, ao invés de algo dado ou prontamente disponível ao sujeito. Para conhecer-se a si mesmo, o sujeito precisa reflectir, e interpretar a si mesmo.





Um viagem através do Tarot

Vou levantar o véu sobre o Curso de Tarot que vou facilitar.
Quem tiver interesse, consulte a agenda.

"Segundo a tradição esotérica em voga no Séc. XVIII, e seguida particularmente pelos ocultistas do Séc. XIX, é atribuído aos antigos Egípcios a criação do Tarot. Segundo alguns autores, os Egípcios teriam considerado o Tarot não um jogo mas um livro – o Livro de Toth, atribuído ao Deus da Sabedoria Secreta, Thoth. Os defensores desta tese acreditavam que o livro continha os segredos da vida que apenas os iniciados tinham acesso.



Conta a lenda que o Deus Thoth resolveu dividir os seus conhecimentos com os humanos colocando toda a sua sabedoria divina num livro feito em ouro, contendo 78 imagens. Mais tarde, para que estes segredos não fossem usados de forma errada, Thoth lançou o Tarot no Rio Nilo, tendo este sido encontrado pelos Hebreus que criaram, a partir dele, a Cabala.

No Séc. XX assistiu-se à proliferação dos tarots divinatórios, existindo actualmente dezenas, senão centenas, de jogos do tipo tarot.


Quanto à origem do Tarot, impossível certamente chegar a ela. Teria ele vindo dos mistérios sapiênciais do antigo Egipto, das artes divinatórias da China, da Índia?


Teria sido criado por Hermes Trimegisto, durante o período helenístico da história grega, ou elaborado no fim da Idade Média a partir de contribuições astrológicas, ciganas (boémias), alquímicas, cabalísticas e cristãs?


Ou é uma mistura de tudo isto e de algo que talvez nunca saibamos? A viagem que o Tarot propõe não está ligada a peregrinações, travessias de desertos, escalada de montanhas, nem à busca de paraísos, Jardim do Éden, Campos Elíseos, Terra do Nunca, Jardim das Hespérides, Ming-Tang etc. O marco zero para o início da viagem que o Tarot nos propõe deve ser colocado numa recusa, a de não querer ser mais como somos. E desse ponto em diante que pode começar, talvez, aquela que seja a única viagem que realmente interessa, - a que podemos fazer ao nosso mundo interior...


Para além de ser um contador de histórias, o Tarot é a premonição auto adivinhatória; a profecia auto realizável.


Tarot significa rotta, destino, percurso... é a via que nos conduz à revelação.... o Tarot é uma forma de cada pessoa desenvolver a sua intuição e a sua sensibilidade; é um dos caminhos que leva a descobrir a nossa essência interior e que nos ajuda a encontrar a resposta para muitas questões que parecem não fazer sentido....."

Desabafo

A experiência humana é uma dimensão de aprendizagem que cada um de nós experimenta, com o propósito de se ligar à sua Alma.

Apenas a demonstração de Amor irá afectar positivamente a consciência de cada um e o seu estado vibracional, ao ponto de conseguir efectuar com sucesso a transição para o Novo Mundo.

Vida....

Neste ano de 2011, o que nos é pedido é que transformemos, através do Amor, o Mundo que nos rodeia. Para que isso aconteça há que primeiro tomar consciência do excesso de rigidez e poder egoico que reina e mudar as atitudes, para consequentemente, conseguir descobrir a Divindade que está, tão perto, mas tão longe para tantos.
Chegou a altura, de cada um de nós, procurar a Sua Divindade e integrá-la.


"Uma antiga lenda hindu diz-nos que antigamente, todos os homens eram deuses. Mas eles abusaram de tal forma da sua divindade que Brahma, o mestre dos deuses, decidiu tirar-lhes todos os poderes divinos e escondê-los num lugar onde fosse completamente impossível encontrá-los. O grande problema existiu em encontrar o lugar apropriado.
Os deuses menores foram convocados para uma reunião a fim de se resolver o problema. Eles propuseram o seguinte: Enterrar a divindade do homem na terra. Mas Brahma respondeu: "Não, não é o suficiente, porque o homem desenterrá-la-ia e encontrá-la-ia."

Então os deuses replicaram: "Neste caso, metamos a divindade no mais profundo dos oceanos."

Mas Brahma respondeu de novo: "Não, mais cedo ou mais tarde, o homem exploraria a profundeza dos oceanos e certamente que um dia, a encontraria e a traria à superfície."

Então os deuses menores concluíram: "Nós não sabemos onde a vamos esconder porque não existe na terra nem no mar um lugar seguro que o homem jamais encontrasse."


Brahma disse: "Vejamos o que faremos à divindade do homem: vamos escondê-la no mais profundo dele próprio, é o único lugar onde ele nunca pensará procurar".

Portanto...
segue o teu coração,
encontra uma nova perspectiva, tem senso de humor, define metas, ajuda outros, mima-te a ti próprio(a), enfrenta os teus medos, exercita-te - deixa a televisão.
Lê livros, compra flores para ti, não te compares aos outros, não te magoes a ti mesmo, não te foques em pensamentos negativos, sê verdadeiro contigo.
Interage com a natureza, ri, canta, corre, dança...sê feliz!

É urgente despertar para esta Verdade!
É urgente olhar para o nosso interior!
É urgente escutar os nossos pensamentos!
É urgente apreciar o que somos e temos!
É urgente perceber as mensagens do nosso corpo!
É urgente saber estar connosco em silêncio!
É urgente escutar a Sabedoria da nossa Divindade!
É urgente respeitarmo-nos e com isso perdoarmo-nos, porque em todos os momentos, agimos o melhor que sabemos!
É urgente amarmo-nos!
É urgente VIVER!
Grata eu estou pelo Dom da Vida!

Urano: Portal da Mente Universal


Urano, refere-se à elevação do nivel de percepção intelectual de forma a propiciar o entendimento da noção de unicidade e, por conseguinte, da relativa insignificância do ego.


Urano exige uma perspectiva que leve em conta a alma: a unicidade de todas as formas de vida só pode ser entendida em termos espirituais, não materiais. Urano baseia-se no raciocinio holistico, mais do que subjectivo.
Urano é capaz de ultrapassar as fronteiras do pensamento subjectivo e conduzir à maravilhosa sabedoria representada pela mente universal.


Urano tem a função de desenvolver a nossa capacidade de valoriar intelectualmente a unicidade do universo, as partes que o compõem e o papel que temos a desmpenhar dentro dele.
Está associado ao conceito de fraternidade, na ajuda que nos dá para aceitarmos todas as pessoas como individuos, e consequentemente, nossos irmãos - sob a influência deste planeta todas as barreiras caiem.
A liberdade é um principio intimamente associado à energia de Urano.
Na sua expressão mais elevada, podemos entender liberdade como a capacidade de passar, voluntariamente, da perspectiva própria para a perspectiva alheia. representa a independência.
A máxima sintonia com Urano consiste numa extraordinária clareza de visão capz de manifestar-se em
insights" de intuição, inventividade, ideias brilhantes - por outras palavras, estimula a comunicação universal.


Urano em Carneiro, indic novos caminhos na reforma social. Oferece-nos coragem, audácia, iniciativa e habilidades para mudar o que deve ser mudado, o espirito de aventura fortifica-se. Contudo, as armadilhas podem ser o fanatismo e as explosões violentas e impulsivas de mau génio.


Como estamos num signo de Peixes, este Urano desafia-nos a transcender o amor-próprio e vencer as emoções autocentradas e o sofrimento psicológico causado por elas. O mais dificil desafio pisciano é a expressão do amor altruista.


«O segredo da vida não é ter tudo que se quer, mas amar tudo o que se tem!»

Biodanza

O Universo é magnifico e tudo chega a nós no tempo/espaço, mais perfeitos.

Tudo na minha vida chega, no momento oportuno, sempre para me ajudar a ter consciência de quem sou e qual a missão da minha alma para evoluir.

Como é nisto que acredito, aceito o que chega de coração aberto e disponivel para mais uma aprendizagem e foi assim que tomei contacto com a Biodanza, que é um sistema de:

- Integração afectiva (restabelece a unidade perdida entre o Ser humano e a natureza.)
  O núcleo integrador é, a afectividade.

- Renovação orgânica (induzida através de situações especiais de dança)
  Activam processos de reparação celular e regulam as funções biológicas.

- Reaprendizagem das funções originárias da vida (aprender a viver a partir dos instintos.)
 O estilo de vida deve ter coerência com os impulsos primordiais de vida. Os instintos têm por objecto conservar a vida e permitir a sua evolução.

A afectividade é o tema central da Biodanza.

Afectividade é mergulhar em conjunto no mundo dos sentimentos. Mas ser afectivo é muito mais do que sentir, e do que ser sensível. É ter empatia, vínculo, ligação ao outro. E o primeiro passo é reconhecer o outro como um ser humano...

Em Biodanza  "o toque é sagrado e o olhar não pensa" 

* O olhar é o cordão umbilical fora da barriga da mãe

* O toque é essencial para o ser humano sobreviver


Em cada exercício, procuramos a qualificação do outro ser humano.
Em cada exercicio podemos transmutar experiências nutritivas e maravilhosas.

Em Biodanza respeita-se a dor, mas crê-se que o sofrimento é opcional. Desta forma podemos sempre, em qualquer momento, re-escrever a nossa história.

É por excelência um sistema que nos leva a exprimir as nossas emoções; assim como nos  ensina a saber dizer não, a todas as situações, que são tóxicas na nossa vida.

É aprender a saber ouvir com o coração e acolher com o nosso silêncio e a nossa empatia a partilha do outro.

Vivenciar a VIDA ali de braços abertos para mim, assim como,eu própria ser VIDA de alguém, fez-me vibrar; permitir que me nutram -TÃO BOM e comovente que me desmancho, a cada exercicio proposto.

Acabar a aula naquele imenso útero de Amor.....indescritivel.


Sou muito grata à Sofia por ter insistido comigo, para participar nas aulas de Biodanza.
Sou muito grata à Elsa, pela entrega, sensibilidade e dedicação, como facilitadora deste sistema, tão regenerador e libertador.

Estou muito grata à vida, por me ter conduzido até aqui.

Eu amo o que faço. Sinto-me muito abençoada por isso. Vivo em estado de gratidão.

Lua Nova de Aquário



É a altura ideal para iniciar o que quer que seja. Novas actividades, promover reorientações pessoais interiores, tomar novas direcções. Devemos aproveitar para nos trabalharmos internamente e fazer co-criações.
É a altura para nos centrarmos e fortificarmos no coração. Sentir. Ousar. Fazer.



O Desafio com que nos confrontamos com a Lua Nova é a expressão da nossa natureza em actividade, um movimento para fora de nós mesmos em direcção ao ambiente, tomando decisões para mudar áreas insatisfatórias de nossa vida e empreender novos começos. É uma fase de renovação e é esta energia que podemos utilizar para auxiliar as nossas tentativas de mudança.

Aproveitemos o momento, que o Universo nos presenteia e façamos, agora um trabalho de libertação e cura.


O medo das mudanças

Ao tomar conhecimento deste texto, não pude deixar de o publicar no meu espaço, por sentir que é tão real.
Foi escrito por Eunice Ferrari e está no site: esoterico.terra.com.br


"A grande maioria de nós, seres humanos, tem medo das mudanças, quer sejam positivas ou negativas. Mas, enquanto não aceitarmos a transitoriedade da vida, não conseguiremos um estado de paz e tranqüilidade. Viveremos em segredo controlando cada passo, cada gesto, para que, quem sabe, agindo corretamente, fazendo tudo o que a cartilha nos manda, construiremos uma vida eternamente equilibrada e imutável. Construimos um castelo e ninguém e nada poderá derrubá-lo, nada de mal poderá destruí-lo.

É nessa ilusão que vivemos, sem enfrentar a realidade da transitoriedade de tudo e de todos nós. A impermanência e a morte pertencem à vida e é perda de tempo negá-las. Somos apegados a tudo que construímos e conquistamos, sejam pessoas ou coisas, é-nos dificil compreender que tudo passa.
Por mais agradável que seja a nossa experiência, ela passará.

Acredito que a impermanência seja a grande bênção que temos em nossa vida, pois através dela temos o direito de crescer e de nos aliarmos ao tempo e também, por que não, esquecer nossas dores, frustrações e cicatrizes.
O tempo é nosso grande aliado na vida, pois através dele essa grande lei actua perpetuamente.
Imaginem a impossibilidade de transformar um hábito negativo, de esquecer um amor que nos faz ou fez sofrer, ou a perda de um ente querido?

O nascimento é a grande benção, mas a morte deve seguir seu destino.
Não apenas a morte definitiva de nosso corpo físico, mas a morte de pequenas ou grandes coisas que vivemos diariamente.
Sem perder de vista que não existe morte que não seja seguida de renascimento.

Apesar de a impermanência ser um dos aspectos mais positivos da vida, por que sofremos tanto com as mudanças?

O budismo chama a esse sentimento, de sofrimento da mudança.

Sabemos, por experiência, que tudo o que fica parado, apodrece, e que a ausência de movimento é sinal de morte.
Nosso corpo físico, quando morremos, endurece, paralisa, vira uma pedra pela falta de movimento, de pulsação.
A vida é caracterizada pelo movimento, portanto, a permanência das coisas é sinal de não vida, senão de morte.

Pulsar é viver em constante movimento, em constante atividade.
Vida é transformação constante, não tem como mudar essa lei.
É a lei da vida - movimento e transformação.

De nada adianta querermos impor a perpetuação, a imutabilidade das coisas. Nada é permanente, perene, tudo é passível de mudanças, tudo é passageiro. Enquanto não aceitarmos essa irrevogabilidade, não conseguiremos ser felizes.
O apego às coisas, à própria rotina, nos impede de abrir espaços para o novo.

Nos queixamos constantemente dessa mesma rotina, e também de que nada acontece em nossas vidas.
Mas perpetuamos as mesmas lamentações, as mesmas frustrações que fizeram parte de nossas vidas, muitas vezes, há muitos anos atrás.
Parece que gostamos de ficar apegados ao passado, com as mesmas queixas, que impedem nosso crescimento e avanço para diante.

Quando algo começa a incomodar, a crise começa a se instalar, uma voz muito aguda e às vezes assustadora grita em nossos ouvidos: hora de mudar!

Nesse momento, o melhor que temos a fazer é um balanço consciente do que está errado, do que não está dando certo, do que não está mais pulsando, e, com coragem e determinação, promover consciente e objetivamente a própria mudança, antes que a vida, a Providência Divina, nosso inconsciente ou destino, se encarregue de fazer essa mudança por nós.

E, com certeza, quando a vida resolve agir em nosso lugar, é porque ainda estamos persistindo no caminho antigo, nos recusando, assustados a mudar. Existem pessoas que simplesmente se recusam a mudar, ficam atreladas a um passado longínquo, cultivando emoções muitas vezes sofridas ou ocasionadas por situações que, obsessivamente se recusa a deixar passar, ir embora, se dissolver no éter do tempo.

Devíamos fazer como os budistas, contemplar a transitoriedade, aceitar a inevitabilidade, assumir um papel mais pró-activo em relação aos acontecimentos da vida.


Quando aceitarmos essa realidade e ficarmos atentos à inevitabilidade das mudanças, conseguimos relaxar, pois saímos do controle, entramos em sintonia com a energia da fé e da continuidade natural do fluxo vivo e pulsante deste Universo."

Deixo aqui o meu imenso abraço de Luz, Paz e Amor.
Eu Sou Maria Raquel

Gratidão!

No momento em que se é capaz de sentir gratidão tanto pela dor como pelo prazer, sem qualquer distinção, sem qualquer escolha, simplesmente sentir gratidão pelo que quer que seja dado...

porque se é dado por DeusDeusa - Fonte, deve haver uma razão.

Podemos gostar, podemos não gostar, mas se nos é dado, é porque é preciso para o nosso crescimento.
Tal como o Inverno e o Verão, são necessários, para o crescimento, das árvores, das flores, assim que esta ideia se instalar no coração, então cada momento da vida é de GRATIDÃO.

Permitam que isto se torne numa meditação, na vossa prece e agradeçam a Deus/Deusa, por cada momento - pelo riso, pelas lágrimas, por tudo.

Vão ver e sentir um silêncio nascer no coração, uma paz nunca antes conhecida. Isso é contentamento.

Assim partilho convosco a Oraçao de Gratidão de Louise Hay, que diariamente me acompanha, há uns anos e mudou a minha vida.

"No fundo do centro do meu ser, existe um poço infinito de gratidão.
Agora permito a esta gratidão que encha o meu coração, o meu corpo, a minha mente, a minha consciência, o meu próprio Ser.
Esta gratidão irradia em mim, em todas as direcções, tocando tudo no meu mundo, e regressa a mim para ficar mais grata. Quanto mais gratidão sinto, mais consciente estou de que a reserva é inesgotável. O uso da gratidão faz-me sentir bem; é uma expresão da minha alegria interior. É um bom sentimento na minha vida.

Eu estou grata por mim e pelo meu corpo.
Estou grata pela minha capacidade de ver e ouvir, comer e saborear, tocar e sentir.
Estou grata pelo meu trabalho, e dou o meu melhor em todas as ocasiões.
Estou grata pelos meus talentos e capacidades e, exprimo-os continuamente de maneiras que me realizam. Estou grata pelos meus dons e pelos meus rendimentos, e sei que prospero para onde quer que me vire. Estou grata pelas minhas experiências passadas, porque sei que fizeram parte do crescimento necessário à minha Alma.
Estou grata por toda a natureza, e respeito todos os seres vivos.
Estou grata pelo hoje e estou grata pelo que há-de vir.
Estou grata pela vida, aqui e agora."

Eu sou Maria Raquel

A Crise é Construir.


Para os Gregos era Cronos; para os romanos Saturno. É-lhe conferido autoridade e poder. Severidade e dureza. Renúncia e privação. Racionalidade e lógica. Era representado como um velho ancião.

Saturno, é conhecido pelos seus aneis, cada um com 10Km de espessura, é quase todo formado por hidrogénio liquido. É o 2º maior planeta mas também o mais leve. Tem mais de 30 luas. Demora cerca de 29 anos a dar a volta ao Sol.

Na Kabbalah, Saturno é a face visivel de Binah, na Árvore da Vida, a Sephirah que sacrifica uma parte da sua Luz para poder dar-nos um  undo possivel à nossa existência. Está colocada na coluna do rigor, do sacrificio e simboliza a inteligência, mas também o carma de crescimento.

Em Astrologia Saturno é o mestre do tempo, a sabedoria, a responsabilidade, o profissionalismo, a perseverança, os limites e o controlo. Saturno procura a perfeição, e é através dele como indicador de privações e restrições, que chegamos a perceber qual a finalidade das experiências, como forma a ganhar sabedoria e humildade. Este é um dos planetas associado ao carma, onde a tristeza, a pobreza e o sofrimento, fazem parte dessa aprendizagem.

O ego, embrulha em papel de cetim, o que acreditamos que queremos ser, enquanto nos agarramos a tudo o que está fora de nós. Como é que se transcende Saturno?.... Vivenciando o medo, através da aceitação da nossa verdadeira essência.
É o que as pessoas não fazem. Antes pelo contrário, criam máscaras e projecções emocionais para fugir do medo. A vida devolve a desilusão para podermos perceber que não se pode projectar na vida esse medo.
O medo é a ausência de Amor.

Saturno na nossa vida tem a função de nos libertar do medo e aceitar viver esse Amor do coração.
Saturno aparece nos nossos mapas como uma experiência que temos de vivenciar, para que possamos evoluir. Mostra o caminho para a resolução dos problemas que trazemos nas nossas memórias do passado.
Assim, a primeira parte da vida é ligada ao medo, às inseguranças; na segunda parte é proposto a religação, como experiência pela sabedoria de Saturno.

O primeiro ciclo de Saturno, tem cerca de 28 anos e representam em astrologia 4 grandes marcos: 7, 14, 21 e 28
Aos 7 fecha-se o véu, ou seja perdemos o contacto directo com o mundo espiritual; aos 14 ao entrar na adolescência, recalibramos as emoções comandadas pelos fluxos hormonais; aos 21 é o fim do nosso crescimento físico; aos 28 estamos maduros para pensar, o que queremos fazer da nossa vida, o que queremos realizar.

No segundo ciclo de Saturno e já com 56 anos, já se põe a pergunta: - O que fizeste com a tua vida?... Ponderar e alterar o que ainda deve ser alterado.
No terceiro ciclo de Saturno, aos 84 anos, é o balanço.
A cada 28 anos temos de assumir a responsabilidade pela forma como conduzimos a nossa vida.

Saturno demora dois anos e meio, sensivelmente, a mudar de signo e exige-nos reflexão profunda, desenvolvimento, estruturação de ideias, trabalho que requere paciência e disciplina e concretização.

Neste sentido, a posição de Saturno num horóscopo indica a nossa Obra Humana, quer dizer a parte de Luz que o nosso ego decidiu transformar em matéria na actual encarnação e, para isso, será necessário que ele produza o seu próprio obscurecimento, tal como Binah o fez aquando da Primeira Etapa da Criação.

Portanto quando examino um mapa natal, debruço-me logo sobre a posição de Saturno, para determinar quais os elementos que a pessoa deve eliminar ou restringir.
Saturno administra as essências de Aquário e Capricórnio. Sendo que no primeiro exerce as suas funções de inteligência activa, estruturadora do pensamento, e portanto criadora; em Capricórnico, age no presente, na realidade material, pela sua polaridade restritiva, tendo em conta o que foi gerado no passado e a necessidade de evolução. Numa palavra, Saturno constrói o cenário, mas não a sua utilização, já que esta depende do nosso livre-arbítrio.

Neste momento Saturno está na casa sete a 16º57' em Balança e pede-nos para reavaliarmos os nossos relacionamentos.
Proponha-se estar a sós consigo mesmo, em silêncio. Identifique o que está a ser incómodo, neste momento nas suas relações. Qual é o desconforto?... Sinta-o. Traga-o para a consciência e viva-o, dedicando-lhe atenção e principalmente amor.

Estes encontros regulares consigo mesmo vão ajudar imenso no processo de libertação e cura.

Faça perguntas a si próprio e reflicta sobre cada uma delas, habitue-se a estar consigo e a perceber o que o motiva, desgosta, alegra, etc. Consulte a sua Alma. Ela é a morada do seu Eu Superior, que tudo sabe.

Como regente de Capricórnio, Saturno atinge a máxima expressão da sua sabedoria na área de vida onde este signo estiver colocado, no mapa natal. A última resposta de Capricórnio é a maturidade espiritual que advém da plena maturidade emocional. É preciso aprender a vivenciar as emoções, fora delas, ou seja, como espectadores, não como actores.
Capricórnio simboliza o fim da experiência do homem sobre a terra, quando integrar a fé de Sagitário. Quando já tiver aprendido a viver um ideal transcendente, além dos valores redutores da visão materialista, animado pela Verdade Interior, converte a ambição em vocação. Esta energia é a via dos Mestres, que actualizam no Mundo o espirito na matéria.

Amor

"Lembre-se de que a semente nunca está em perigo. Encontra-se absolutamente protegida.
Porém a planta está sempre em perigo, a planta é muito delicada.
A semente é como uma pedra escondida sob uma crosta dura. Mas a planta tem de passar por mil e um riscos. E nem todas as plantas vão atingir a altura em que podem florescer em mil e uma flores...
São muito poucos os seres humanos que atingem a segunda etapa e muito poucos daqueles que atingem a segunda etapa atingem a terceira, a etapa da flor.
Porque não podem eles atingir a terceira etapa, a da flor?
Devido à ganância, devido à avareza, eles não estão preparados para partilhar... devido a um estado de falta de amor.
É  necessária coragem para se tornar uma planta e é necessário amor para se tornar uma flor.
Uma flor significa que a árvore está a abrir o seu coração, libertando o seu perfume, dando a sua alma, vertendo o seu ser na existência.
Não permaneça como uma semente.
Reúna coragem - coragem para pôr de lado o ego, coragem para pôr de lado a segurança, coragem para pôr de lado o conforto, coragem para ser vulnerável."

Texto da carta nº 49, Amor, do tarot de transformação de OSHO

Comecei por descrever este texto, porque na minha realidade, faz-me imenso sentido.

Este ano é de restruturação. A mudança é inevitável e deve ser encarada como construção de um novo mundo, com uma humanidade mais humanizada.
O Amor é a palavra que impera.

É preciso fazer uma pausa e dispensar tempo para analisar o que em 2010 aconteceu, por tudo o que vivemos, por tudo o que aprendemos e crescemos, por toda a abundância que flui do Universo para nós. Exercitar a gratidão, confiar no poder maravilhoso da criação.

Abundância não é apenas dinheiro, como muitos pensam. Abundância é tudo o que a vida nos oferece. Temos que aprender a saber pedir ao Universo essa maravilhosa energia, porque acredito que temos a capacidade de manifestar tudo o que realmente desejamos.

Tudo está em mutação e depende de nós, a forma como olhamos para o que nos rodeia.

Em tudo o que é noticia, fala-se de crise, na boca de toda a gente está a frase, de que tudo está muito mal. Está tudo errado, porque como atraímos o que emanamos, ao pensar assim, cada vez mais o que nos rodeia é carência.

Temos que acordar, tocar e sentir - ouvir e escutar - olhar e ver, treinar a observação e o silêncio. Atender aos chamados internos da Alma. Ser humildes.
Aceitar o amor, tal como ele é e em consciência saber que não estamos sozinhos. Somos Um com Tudo o que É!
O resultado desta crescente consciência de Unidade, pode ser visto como um aumento da compaixão e da generosidade. Viver o Amor Incondicional que o Mestre Jesus nos veio ensinar, mas que teimamos em não querer aprender.

Urge vivenciar este Amor. A melhor forma de irradiar este Amor é tornar-se Amor.
Amar-se muito. O coração não é uma ideia, nem uma projecção. O coração não é um afecto, nem um sistema filosófico.
O coração é uma vibração que nos permite viver a Alegria do Retorno à Unidade.

Estamos no momento para este encontro com o nosso interior; entrarmos em nós, afim de recorrer à verdade, à luz, à unidade. Vivenciar o Fogo do Amor.

Com Amor, sustento e abraço as minhas experiências com facilidade e alegria.